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Aqui… com doçura, com paixão e alegria, vida, sorrisos, sucesso e amor; Sabedoria, esperança, caridade e diferenças; Saudades, liberdade, dúvidas e certezas; Entre amigos ou família, quem sabe outras crenças, dias de sol ou de chuva, sem frescuras… dividimos…"segredos".


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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O tempo.....


Ao apressar o tempo, as pessoas transformam amores eternos em amores rasos. Substituem os 'amores de suas vidas' rápido demais. Decoram apelidos carinhosos, compram rosas na mesma floricultura, falam os mesmos versos de amor e usam as mesmas maneiras de demonstração de afeto. Não começam novas histórias, elas apenas reescrevem em cima das antigas. 

Ninguém mais perde tempo para ser fiel ao tempo, ao sentimento. Esquecem que o tempo também precisa respirar, o sentimento precisa calar; mas as pessoas aceleram a naturalidade das coisas. Há uma ordem, mas como há liberdade para nossas escolhas, as pessoas preferem atropelar. Ninguém tem todo o tempo do mundo, mas quem apressa o tempo as vezes perde a calma, e a alma. 

Hoje as pessoas apregoam que acreditar num amor, é idiotice. Preferem sufocar o sentimento ou então suprir rapidamente com outras pessoas, mas isso é um erro. Ninguém merece ser substituído, ninguém merece esperar para sempre e ninguém merece ser alvo apenas de uma tentativa.  Se você não encerra bem uma relação, como poderá  rapidamente começar bem uma outra? 

Portanto, deixe o tempo agir, deixe o coração sarar, na vida há tempo para todas as coisas, e o que tiver de ser será.!


"Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu: Tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou, tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir, tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar, tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de abraçar e tempo de se conter, tempo de procurar e tempo de desistir, tempo de guardar e tempo de jogar fora, tempo de rasgar e tempo de costurar, tempo de calar e tempo de falar, tempo de amar e tempo de odiar, tempo de lutar e tempo de viver em paz." Eclesiastes 3:1-8



Gisele Mulek



sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Guia prático contra arrependimentos


Achei espetacular estas considerações; não espere chegar ao final para se arrepender, aprenda já, e viva, da melhor forma que puder, viva como se hoje fosse o ultimo dia da sua vida, e amanha o primeiro.....


O dia a dia anda cheio de regras: estude em uma boa instituição, arranje um emprego respeitável, atenda às expectativas do seu chefe, dos seus amigos, do seu parceiro. Mas, no final da vida, tudo isso não vai servir para nada, palavras de quem já chegou lá.

Bronnie Ware era uma australiana com uma bem-sucedida carreira no mundo financeiro, quando se enfezou da vida. Depois de dez anos trabalhando em bancos, juntou a coragem para pedir demissão e viajar o mundo. Foi lavadora de pratos num resort em uma ilha paradisíaca, depois garçonete em um pub inglês - e terminou acompanhante de uma octagenária no interior da Inglaterra. Daí para virar enfermeira foi um passo natural, e Bronnie começou a cuidar de doentes em estado terminal, aqueles sem chance de cura. Como o trabalho era emocionalmente pesado, a australiana começou a se envolver com os pacientes e a observar um padrão. Todos os doentes reagiam de formas muito parecidas com a proximidade da morte: medo, raiva, tristeza - e sempre os mesmos arrependimentos em relação à própria vida. Bronnie começou a anotá-los. Eram eles: 


1. Eu gostaria de ter trabalhado menos.

Essa é universal. Em um mundo no qual um emprego ocupa 40 horas semanais (se você tiver sorte) e tem um significado social mais importante do que os valores morais de uma pessoa (afinal, a primeira pergunta feita quando se conhece alguém costuma ser "o que você faz?" e não "você dá esmola?"), o trabalho anda com um peso desproporcional em relação às outras questões da vida. Nunca se trabalhou tanto - o que indica que esse arrependimento é o do tempo perdido. Antropólogos estimam que nossos antepassados caçadores-coletores não trabalhavam mais do que quatro a cinco horas por dia, sempre procurando ou preparando alimentos. Na Grécia Antiga, um emprego era uma sina terrível: Homero, o autor da Odisseia, escreveu que os deuses odiavam tanto os humanos que os condenaram a trabalhar arduamente como castigo. E a condenação seguiu por milênios. A nossa relação com o trabalho só mudou no século 16, com a ética protestante, aquela que mede o destino das almas depois da morte com base no sucesso profissional durante a vida. Ela foi a culpada por colocar o trabalho no centro da vida das pessoas, onde permaneceu até hoje. Mas há uma crise na nossa relação com o trabalho. De acordo com uma pesquisa da consultoria americana Mercer, feita com mais de 1.200 empregados, 56% dos brasileiros afirmam que consideram seriamente pedir demissão. Para os trabalhadores do Brasil, o principal fator motivacional é o tipo de emprego que ele faz. E é ele que está em conflito. Segundo o filosófo-pop francês Alain de Botton, a crise com o emprego que estamos vivendo é a da falta de sentido. Antigamente, pessoas faziam ou realizavam algo com o seu trabalho: eram padeiros, costureiros, vendedores. Esse tipo de ocupação, que tem uma relação direta com o produto final, quase desapareceu: foi substituído por trabalhos mais segmentados e burocráticos dentro de grandes empresas. É só procurar exemplos na lista de cargos na empresa onde trabalho - o que faz um "gerente de operações pleno" ou um "analista de infraestrutura júnior"? Certamente, algo menos palpável que pão ou roupa. "Procuramos um significado no nosso trabalho, uma sensação de que deixamos alguém melhor com o que fazemos. Ele deveria ser uma chance de criar algo que é mais sólido do que o resto das nossas vidas", diz de Botton, em uma palestra sobre seu livro Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho. Deveria, mas, na maior parte dos casos, não é. Ainda assim, poucas são as pessoas que resolvem dedicar menos tempo e energia a seus empregos. A própria Bronnie sentiu isso na pele. "É mais difícil largar a rotina do trabalho do que o trabalho em si. O emprego vira uma grande parte da identidade das pessoas, ao ponto de que não sabem mais quem são longe dele", diz. Essa crise de identidade nos leva ao arrependimento número 2.


2. Eu queria ter tido a coragem de viver a vida que eu desejava, e não a que os outros esperavam de mim.

O ser humano é um animal social. Só chegamos aqui, depois de milênios de evolução, porque aprendemos a criar e manter alianças - seja para caçar comida nos tempos da caverna, seja para fundar impérios ao longo da História, seja para arranjar trabalho e ter com quem conversar no Facebook hoje em dia. Isso quer dizer que buscamos manter e fortalecer relações sociais - e, para isso, queremos agradar e ser aceitos. Uma pesquisa da Universidade de Minnesota testou esse nosso comportamento. Primeiro, colocou voluntários para conversar com mulheres que eles não podiam ver, por meio de microfones. Depois, disse a metade deles que iriam bater papo com moças muito bonitas e, para a outra metade, que seriam mulheres, digamos, menos estonteantes. Imediatamente, os homens que julgavam falar com beldades começaram a ser gentis e engraçados - queriam agradar as moças. Mas o que surpreendeu é que as mulheres do outro lado da linha começaram a entrar no jogo: conversavam como se fossem realmente mais bonitas do que as outras, sem nem saber que haviam sido classificadas assim. Ou seja, atendiam às expectativas dos voluntários. Agimos assim o tempo todo, das coisas banais do dia a dia, como rir da piada sem graça de um amigo, às grandes escolhas de vida, como decidir que carreira seguir. "As pessoas não tomam decisões por si, tomam pelos outros, porque querem ser queridas. Assim, a felicidade acaba na mão de terceiros", diz Ana Claudia Arantes, geriatra especializada em cuidados paliativos, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O problema é que fazer o que os outros esperam de você tem um lado pernicioso: na verdade, não deixa ninguém feliz. Um estudo da Universidade Estadual da Flórida que analisou seis pesquisas diferentes sobre o assunto, concluiu que quem busca o tempo todo a aprovação dos outros, tem mais chance de desenvolver depressão. Esforçam-se tanto para agradar que se perdem no meio do processo. E, claro, não conseguem fazer o que realmente têm vontade: trabalhar menos, por exemplo, dizer "não" ou...


3 e 4. Eu queria ter expressado mais meus sentimentos e queria ter mantido contato com meus amigos.

Não ter dito "eu te amo" e ter passado pouco tempo com as pessoas queridas são dois arrependimentos que conversam entre si - e são dois dos mais importantes também. E não é a SUPER que diz isso, é o maior estudo de psicologia já feito. O Grant Study ("Grande Estudo", em português) é uma pesquisa que acompanha a vida de 268 ex-alunos de Harvard desde 1937 até os dias de hoje, e que mede todos os fatores de suas biografias para recolher dados sobre saúde, bem-estar e escolhas de vida. E chegou a uma conclusão impressionante: aos 47 anos, o fator que mais previa a saúde e a felicidade de uma pessoa na velhice eram as relações sociais que ela mantinha. Era, claro, o fato de ter um marido ou uma esposa, mas era principalmente a quantidade de amigos que eles cultivaram ao longo dos anos. O estudo concluiu que idosos de 70 anos com amigos tinham 22% a mais de chance de chegar à oitava década. E mais: outro estudo mostrou que quem tem o hábito de dizer a pessoas próximas como elas são importantes se sente 48% mais satisfeito com as relações que mantém. "Os amigos nos dão um senso de identidade - ajudam a nos tornar algo maior do que nós mesmos e a definir quem somos. Não precisamos somente de relações humanas. Precisamos de amigos muito próximos", diz Ed Diener, professor de psicologia da Universidade de Illinois, especialista em felicidade. O que nos leva a...


5. Eu queria ter sido mais feliz.

Essa é de partir o coração. Chegar ao final da vida com esse remorso é mais comum do que parece. Para Diener, que estuda a felicidade há três décadas, ser feliz depende em grande parte das escolhas que fazemos - e não só de alguns poucos eventos de sorte esporádicos. Ou seja, seria bom parar de levar a vida no automático e exercer a felicidade. Pare de confirmar presença no aniversário do amigo no Facebook - e vá de fato. Junte a coragem de dizer para o seu parceiro que você na verdade odeia filmes europeus e prefere ver a sequência do último Homem de Ferro. E ninguém vai morrer se você deixar seu trabalho um pouco de lado de vez em quando (um alô para meu chefe que esperou três meses para essa reportagem ficar pronta). Para Bronnie, as reações de seus pacientes valem ouro: são um guia prático contra arrependimentos. "Como os conselhos vêm de pessoas que estão se preparando para morrer, servem como autorização para você mudar a sua vida também." Está esperando o quê?


Pode ser que você não queira pensar nisso agora ou talvez que você já esteja lá. Mas a verdade é que todos vamos envelhecer. Melhor então é não se arrepender no final.



Um ótimo final de semana...


Gisele Mulek


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Moça..


"Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa. Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera. Estranho e que ela já apanhou demais da vida. Essa moça tem relacionamentos estranhos, acho que ela está condicionada a ser uma pessoa substituta. E quem não é? A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas? A moça… ela muito amou, ama, amará, e muito se machuca também. Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar. Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não. E pra ela? Por quem ela espera? E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça – que não era Capitu, mas também têm olhos de ressaca – levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário… Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.”


Caio Fernando Abreu


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quarta-feira, 16 de julho de 2014

Sou assim.....




Sou aquela que não foge da chuva, que não se importa de errar a rua, que senta debaixo de um céu estrelado só para admirar a lua...!!! E não me olha assim sou tímida rss... mas tenho o riso fácil rss.. sem muita explicação.. sou assim. Sou essa potencialização de sentimentos. Hora explodo para não implodir, hora nada detono. Sou intensa. Sou pura sensibilidade. Sou impulsiva. Sou completamente destemida. Sou contrária a certas regras impostas onde fortes são os que não se curvam. Sou flexível. Sou frágil, quebro a toa, mas sou teimosa, me conserto, remendo, emendo, colo, costuro... Sou criativa..! Sou essa falta de vergonha de dizer quem sou, pois simplesmente sou.. E não me peça pra mudar.. Eu sou assim, metade grande e a outra metade? Crescendo....!






terça-feira, 15 de julho de 2014

Cada dia é um novo dia

A sorte é uma predisposição para perceber e aproveitar as ocasiões favoráveis. Elas surgem quando menos se espera, e encontra mais facilmente quem está preparado. Assim, quem aproveita seu tempo desde cedo, fazendo tudo com exatidão, terá mais chance de sucesso. Um pescador para ter sorte na sua pescaria, precisa antes de tudo, preparar seu equipamento, ficar atento ao tempo e a seus sinais na atmosfera, sair no momento oportuno, esperar com paciência até que o peixe apareça.

Sua sorte foi resultado de toda uma preparação feita com precisão nos detalhes. Se ele preferisse ficar dormindo, sua pescaria seria um fracasso. Ficar esperando a sorte sem fazer nada, também nada vai acontecer, pois ela é resultado de nosso empenho, precisão e fé. Faça sempre o melhor que puder, para que a sorte te encontre preparado.

Cada dia é um novo dia. É melhor ter sorte. Mas eu prefiro ser preciso. Então, quando a sorte vier, eu já estarei preparado.


Tenham todos uma boa semana.


Gisele Mulek




domingo, 13 de julho de 2014

Esperei por você...


Esperei que o sentimento falasse mais alto que que o orgulho, esperei por seu pedido de desculpas, esperei por seu perdão, eu juro, esperei.... Mas o que vi foi você pisar no que eu ousei sentir.! 

Esperei você vir dizer que tudo não passou de um pesadelo. Eu corri pra atender o telefone, na esperança de que era você pra me dizer que tudo não passou de uma brincadeira de mal gosto. Mas o que vi foi você ir embora sem olhar pela fresta da porta, enquanto o mundo desabou sobre mim, pois eu confiei meu coração a você e isso foi um erro que me deixou com cicatrizes profundas.

A cada dia resisti á vontade de te ligar e dizer que você foi a pessoa que mais me machucou em toda minha vida. Acordei por várias manhãs querendo não ter acordado. Ah, as manhãs eram infinitamente piores que as noites. Nas noites eu conseguia bloquear os pensamentos, mas eles voltavam com força dobrada nas manhãs. Era um choque de realidade. De manhã eu percebia que tudo não era um pesadelo, de manhã toda a verdade caia sobre mim. 

Eu esperei inutilmente uma intervenção divina de poder voltar no tempo onde você e suas mentiras não tinham se aproximado de mim e manchado a imagem bonita que eu tinha sobre o amor. Esperei, juro que esperei estar errada, mas infelizmente, admito meu erro, esperei muito, de alguém que tinha menos que nada para oferecer...

Hoje tudo que espero é não encontrar ninguém como você novamente em minha vida. Pra não manchar o que eu ainda levo de bonito no peito, nem estragar o amor que eu ainda acredito. Pra não machucar de novo esse coração que bate fraco por amar errado...! 



Gisele Mulek 



quarta-feira, 9 de julho de 2014

Você aprende....


"Depois de um tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança e começa a aprender que beijos não são contratos e presentes, não são promessas. E começa aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de uma criança...

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo, você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.

E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam. E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e você precisa perdoá-lo por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la. Que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que os bons amigos são a família que nos permite escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam. Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que ou você controla seus atos ou eles o controlarão e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter responsabilidade; sempre existe os dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que a maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que os sonhos são bobagens. Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se elas acreditassem nisso. 

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabe como demonstrar ou viver isso.

Aprende com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. 

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não para, para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar...

Que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida."

William Shakespeare





Sublime, e assim a gente segue vivendo e aprendendo..!!!


Gisele Mulek



quarta-feira, 2 de julho de 2014

Na força da fé....


Sou forte porque já estive fraca, sou livre porque venci grilhões, estou defensiva porque cansei da hipocrisia, esbanjo sorrisos porque já mergulhei em mar de lagrimas, vivo o melhor que posso hoje porque o amanha não me é garantido...!!!


Gisele Mulek


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Recomecei.....


Me desfiz de sonhos que não se cumpriram. Abandonei. Recuei. Me arrependi. Voltei. Cresci. Alcei novos voos. Arrisquei. Movi. Assumi as rédeas da vida que eu quis para mim. Transformei. Perdi. Ganhei. Fiz escolhas boas e fui feliz. E fiz escolhas mal feitas, e claro, paguei bem alto por isso. Chorei, sorri, renunciei, tive respostas da vida que jamais imaginei. Silenciei e agradeci. Em fim, recomecei.!

Gisele Mulek


terça-feira, 24 de junho de 2014

Infância....


Li este texto e achei fantástico lembrar minha infância, por isso decidi compartilhar, espero que te faça sorrir...!!


"De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebê eram pintadas com cores bonitas mas, em tinta à base de chumbo, altamente tóxicas, que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.

Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas à prova de crianças, ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas numa boa. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes, cotoveleiras e joelheiras, e olha que mertiolate ardia mais do que ácido!

Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos de segurança e airbags, ir no banco da frente era um bônus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não de garrafa, que na época nem vendia. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e outras porcarias mas dificilmente engordávamos porque estávamos sempre loucos para brincar na rua com os amigos.

Partilhávamos garrafas e copos com dezenas de colegas e nunca morremos disso. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pela rua mais íngreme, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar algum tipo de freio. Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.

Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.

Não tínhamos Play Station, X Box, nada de 100 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, celulares, computadores, DVD, Chat na Internet. A Tv pegava no máximo globo, sbt e manchete! Tínhamos amigos e para vê-los era só ir pra rua. Caíamos de muros e de árvores, nos cortávamos, até partíamos ossos, apertávamos as campainhas dos vizinhos, fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.

Tudo isso sem ninguém processar ninguém!

Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamãe ou o papai nos levassem. Criávamos jogos com simples paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam era do lado da lei....

Para todos os outros que não têm a idade suficiente, pensei que gostariam de ler acerca de nós. 
Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho… E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios. 
A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades e nasceram em 1986, ou depois, chamam-se “jovens”!

Nunca ouviram “we are the world”. 
Para vocês sempre houve uma só Alemanha e um só Vietnã. 
O HIV sempre existiu. 
Os CD’s sempre existiram. 
O Michael Jackson sempre foi branco. 
Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo foi um Deus da dança. 
Acreditam que “Missão impossível” e “As Panteras” são filmes da atualidade. 
Não conseguem imaginar a vida sem computadores. 
Não acreditam que houve televisão preto e branco e quem tinha era rico....

E assim vai..."


Posso ainda acrescentar: Não existia bullying, e todo mundo tinha um amigo fofo, gordo, bolão, nego, tição, magrão, magrela, branquela, polaco; não teve lei da palmada mais tinha a cinta, o chinelo e a vara de marmelo, e jamais fomos isentos de obrigações, podiamos ir trabalhar o quanto antes possível, estudar era como religião; e foi assim que esta geração produziu alguns dos melhores inventores e empreendedores da atualidade. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação com ideias geniais. Pois tínhamos imaginação e liberdade para viver, seja com fracasso ou sucesso, eramos ensinados a ter responsabilidade e ousadia e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles?

Parabéns!

Hoje você pode até sentir-se velho, mas com certeza pode dizer que viveu uma infância maravilhosa e feliz...!!!

Um ótima e abençoada semana a todos..!!!



Gisele Mulek


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