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Aqui… com doçura, com paixão e alegria, vida, sorrisos, sucesso e amor; Sabedoria, esperança, caridade e diferenças; Saudades, liberdade, dúvidas e certezas; Entre amigos ou família, quem sabe outras crenças, dias de sol ou de chuva, sem frescuras… dividimos…"segredos".


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sábado, 5 de novembro de 2011

Descansarei....



Descansarei
Comunidade Evangélica de Maringá

Cobre-me
Com tuas mãos
Com poder
Vem me esconder Senhor

Se o trovão e o mar se erguendo vêm
Sobre a tempestade eu voarei
Sobre as águas tu também és rei
Descansarei, pois sei que és Deus

Minha alma está
Segura em ti
Sabes bem
Que em Cristo firme está


quinta-feira, 3 de novembro de 2011

A dor da espera


Queria conhecer alguém que gosta de esperar. Sim… esperar. Ficar ali, paradinho, aguardando… E fazer isso numa boa. Sem estresse. Divertir-se com o tic-tac do relógio e o vazio do tempo perdido. Não sei se essa pessoa existe. Talvez sim. Afinal, como dizem, tem gosto – e gente – pra tudo.

Entretanto, a mais dolorosa espera não é essa da fila do supermercado, do banco… Nem do livro ou filme ansiosamente desejados, comprados, mas que não chega. A mais difícil é a do amor que não chega, do relacionamento que não se define, do sim por vezes adiado. Uma espera alimentada pela esperança, mas que queima a alma e corrói a paz pela dúvida, insegurança e medo.

Esperar é olhar para o horizonte. É ficar na janela horas a fio. É olhar para o telefone, dizer alô e perceber foi ilusão. É colocar a cabeça no travesseiro e saber que o sono não vem… É a constante angustia por palavras de um futuro bom.

Quem espera, sonha com um final feliz. Deseja concretizar suas vontades. Espera pois sabe que não tem controle do outro e nem pode interferir em seu destino. É um constante bater à porta sem ter acesso à casa, já que não se possui a chave.

Nem todos estão dispostos. Nem todos sabem esperar. Alguns tentam forçar “a porta”. Outros, simplesmente desistem. Contudo, há aqueles que persistem. Sofrem com os minutos que se arrastam, com os dias carentes de vida, mas seguem ali movidos por uma força maior… Parecem loucos. Não são. Apenas amam. E amar é esvaziar-se de si para se deixar ser preenchido pelo outro.

Fonte:
http://blogdoronaldo.wordpress.com/2011/11/03/a-dor-da-espera/


quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Sua ausência....!!!


Este sempre foi um mês de festa, mês que comemorávamos com alegria o aniversário de meu Avô, mas coincidência ou não, se tornou agora o mês de lembrar e lamentar sua partida.

Hoje, um ano, que você se foi, quanta saudade!!

Impossível não chegar à casa onde você construiu e não ter lembranças de tantos momentos, desde a infância, de seu sorriso, seus olhos azuis, suas brincadeiras, seu abraço tímido, seu jeito quieto, mais sempre presente.

Acho que posso definir sua falta como as luzes quando se apagam, deixam em nós a escuridão. A falta da luz dá o contraste para nossos olhos poderem captá-la, porém, passados alguns instantes, nossos olhos se acostumam sem ela e começam a vislumbrar, definir algumas formas, começam "a ver" na escuridão.

Assim também ocorre com a ausência de quem amamos; o contraste de sua falta nos faz sentir a sua presença; e aos poucos acomoda-se em nós o desconforto dessa permanente ausência e fica então essa doce saudade.

Hoje nesse momento me sinto triste, coração aflito, vazio no peito, lágrimas. Sem entender ficamos assim, sem respostas a essa pergunta que não quer calar: Porque perdemos pessoas que amamos?? Porque a vida não os mantém junto a nós?

Mais entendo, que Deus deu a vida, e a Ele pertence!!

Fica então sua ausência, mais posso dizer que mesmo você não estando aqui... de alguma forma tento parecer que estas!!

Com saudades, meu avô Demetrio Mulek (*02.11.1933 / +10.11.2009).

Gisele Mulek


****


Hoje dia 02/11/2011 seu aniversário... lembro com muita saudade.. nesses dois anos que se passou. Só mostra que não importa se anos.. meses.. dias.. sempre doi perder alguem especial que a gente ama!!

Dia de saudade!!

Gisele Mulek

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Hoje estou todo negro...


Hoje estou todo negro
Vesti-me de preto do tórax à planta dos pés
Fiz isso, pois precisava
sentir a mim e me inebriar na exatidão
Fiz isso, pois qualquer outra cor não poderia correlacionar
ao meu estado de espírito

Fiz isso, pois meu interior jaz em negro violento,
obscuro e silencioso
Fiz isso por que me cansei de tantas cores
que a vida parece ter
Meu ser agora é todo negro
Negro da cor do nada
Negro que nega o tudo

Cansei de tudo
Das palavras sempre bem elaboradas no papel,
do livro sempre lido que de tão lido
está surrado e já com páginas amareladas
Dos sorrisos de dentes brancos
Da mesma casa, dos mesmos gostos,
dos mesmos discos novos.
Da internet sempre atual. Do vermelho vivo
que as luzes dos carros emitem no transito
De palavras sempre belas
e repetidas, dos desejos e insinuações
Desta minha fé morta, que de tão morta
move montanhas
Das mesmas pessoas, dos mesmos assuntos,
das mesmas casas, das mesmas caras.

Estou cansando e sobrecarregado
Cansei desta velha casca desgastada
que carrego sempre
e que com ela vou vivendo até um dia me acabar.
Cansei de tudo que é cor.
Cansei de tudo que é meu e mais um pouco
que tomo emprestado dos outros

Tudo o que me resta é esta casca
Esta velha casca desgastada
E esta angustia existencial inacabada

Fernando Martins


domingo, 30 de outubro de 2011

Você...


Você é o meu eixo segura os meus desequilíbrios...

Você é a minha paz nos meus tormentos...

Você é a minha luz na minha caminhada...

Você é a minha esperança nas desilusões...

Você é a minha cura para a minha doença chamada solidão...


Você é o meu anjo me protege me segura...


Você é o meu tudo nesse nada que sou eu...


Você é a minha alma gêmea...

Você minha metade... meu complemento...

Simplesmente você..!!

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Para onde vão nossos desejos?


Para onde vão quando nada parece fazer sentido? Para onde vão quando a vida se perde numa curva da estrada? Para onde vão quando tudo que sempre se desejou simplesmente desaparece como num passe de mágica? Onde encontrar forças? Onde encontrar motivos se as razões para sorrir esvaziaram-se?

Não há respostas. Perdemo-nos. Todos nós. A vida prega peças que surpreendem. Ninguém controla tudo. Muito menos, sentimentos e emoções.

Dia desses gravei uma entrevista sobre a importância de sermos educados para lidar com as emoções. O papo foi empolgante. Afinal, vivemos um tempo em que cuidamos muito do intelecto, mas damos pouca atenção ao que sentimos. Entretanto, embora a conversa tenha revelado a importância de reconhecermos aquilo que sentimos, cheguei à conclusão que ninguém aprende ou domina completamente o que vai no coração.

Você não chega e diz pro coração: - Não fique triste!

Já tentou? Deu certo?

Pois bem… se deu certo, venda a receita. Isso mesmo, venda!

Queremos superar as perdas. Quem gosta da dor é masoquista. Doente da cabeça. Gente “normal” quer sentir-se bem.

São nossos desejos que nos movem. Desejos entendidos como a pulsão de nossa vida. E esta se faz presente na vontade de trabalhar, estudar, ler um livro, amar… viver. A busca e a realização dos desejos fazem a alma bailar.

Entretanto, por vezes, parecem nos abandonar. E nos deixam quase sempre por situações aparentemente corriqueiras, mas que nunca serão facilmente assimiladas. Pode ser a perda de alguém querido, a briga com um amigo, os desencontros no amor… E aí você olha dos lados e nada faz sentido. Olha para dentro de si e só encontra vazio. Nenhuma resposta. Só perguntas.

Quando isso acontece, ah… você pode ouvir o que for, qualquer palavra, mas nada consola. Não tem abraço, não tem carinho, não tem sorriso… nada. Nada conforta.

Seria carência? Fragilidade emocional? Talvez. Talvez sim. Mas, confesso que tenho medo de pessoas que não sentem dor, que lidam de maneira completamente prática com os sentimentos. Para mim, que vive assim, não vive. Viver e não sentir, não é viver.

As dores da alma são por vezes muito piores que as do corpo. Estas se curam com remédios, cirurgias… tratamentos que a ciência proporciona. As do coração… só o tempo. E às vezes, nem o tempo. Até cicatriza, mas as marcas ficam.

Uma vida bem vivida é uma vida de ganhos e perdas. De desejos adquiridos, de desejos esvaziados. De motivos novos, de motivos velhos e abandonados – por escolhas que nem sempre são nossas.

Viver bem é reconhecer que há dias em que simplesmente não desejamos existir. Sabendo, no entanto, que sempre haverá um novo dia…

Por, Ronaldo Nezo

Fonte:http://blogdoronaldo.wordpress.com/2011/10/26/para-onde-vao-nossos-desejos/



sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Ontem chorei...


... Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei.

Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Eu te Amo!


"Com amor eterno te amei, também com benignidade te atraí." (Jeremias 31.3)

O título desta página fica bem para um apaixonado. Também fica bem para pais e filhos. Sou pai de cinco filhos. Três filhos casaram-se com moças talentosas. As duas filhas casaram-se com homens que se têm mostrado excelentes cavalheiros.

Tanto eu como a minha querida esposa amamos os nossos filhos e suas famílias. Eles nos falam ou escrevem: "amamos vocês." O nosso relacionamento tem sido muito gratificante. Por que será? Simplesmente porque, como pais, achamos os nossos filhos, noras, genros e netos muito lindos e queridos. Nós os amamos.

Nossa relação é muito boa e as declarações de amor e carinho são reais. Mas como fica esta declaração "Eu te amo", partindo de Deus? Entre namorados a razão é que a gente se vê. O mesmo ocorre no relacionamento familiar. A gente se vê. Deus, também nos vê.

E o que Deus vê em nós, criaturas humanas carregadas de vaidade, de orgulho e de falsidade? A Bíblia mesmo nos afirma que não há justo, nenhum sequer. Todos estamos enlameados pelo pecado. E o pecado é uma força tremendamente destruidora para a mente.O pecado corrompe a tal ponto que muitos duvidam que Deus nos ame.

Entretanto, a Bíblia afirma repetidas vezes que Deus nos ama. Basta ver o que ele nos diz pelo profeta Jeremias, no versículo de hoje. Amigo, Deus nos conhece. Ele nos vê. Ele sabe que não temos em nós nem méritos e nem condições para nos erguermos sozinhos da nossa queda.

E porque é verdade que Ele nos ama, Ele vem ao nosso encontro por meio de Jesus, seu Filho amado. Cabe a nós reconhecer o nosso estado de perdidos e voltarmo-nos humildemente a Cristo. Nele temos o perdão de que necessitamos. E então podemos afirmar com o apóstolo João: "Nós o amamos porque Ele nos amou primeiro."

Fonte: www.bibliafacil.com.br




Devemos confiar em todos os momentos no amor de Deus por nós. Fixar o nosso olhar em Jesus, porque d’Ele brota a força para continuarmos a caminhada, mesmo em meio aos desencontros e às adversidades que a vida nos propõe. O amor de Cristo é o que nos impulsiona, nos encoraja, e nos faz avançar, e assim realizar nossos sonhos e nossa missão com êxito, devemos ter verdadeiramente a nossa confiança na força que vem do Senhor.

O amor se dobra, para não se romper!!

Uma ótima semana a todos.

Gisele Mulek

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Saudade


Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,

mas o amado já...


Saudade é amar um passado que ainda não passou,

é recusar um presente que nos machuca,

é não ver o futuro que nos convida...


Saudade é sentir que existe o que não existe mais...


Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam...


Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:

aquela que nunca amou.


Pablo Neruda


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