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Aqui… com doçura, com paixão e alegria, vida, sorrisos, sucesso e amor; Sabedoria, esperança, caridade e diferenças; Saudades, liberdade, dúvidas e certezas; Entre amigos ou família, quem sabe outras crenças, dias de sol ou de chuva, sem frescuras… dividimos…"segredos".


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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Aos Mestres, com Carinho!!!


Ser educador... é...
Ser transmissor de verdades, de inverdades...
Ser cultivador de amor, de amizades...
Ser convicto de acertos, de erros...
Ser construtor de seres, de vidas...
Ser edificador.
Movido por impulsos, por razão, por emoção.
De sentimentos profundos,
Que carrega no peito o orgulho de educar.
Que armazena o conhecer,
Que guarda no coração, o pesar
De valores essenciais para a felicidade dos “seus”.
Ser conquistador de almas.
Ser lutador,
Que enfrenta agruras,
Mas prossegue, vai adiante realizando sonhos,
Buscando se auto-realizar,
Atingir sua plenitude humana.
Possuidor de potencialidades.
Da fraqueza, sempre surge a força
Fazendo-o guerreiro.
Ser de incalculável sabedoria,
Pois “o valor da sabedoria é melhor que o de rubis”.
É... Esse é o valor de ser educador.


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Minha homenagem aos professores, mestres, educadores...
Parabéns pelo seu dia...

Gisele Mulek

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Vingança x Perdão!


Você considera a vingança como um ato de coragem ou de covardia? Algumas pessoas acreditam que a vingança é uma demonstração de grande coragem. Afinal de contas não se pode tolerar uma afronta sem se rebaixar. Pensam que a tolerância e a indulgência seriam prova de fraqueza ou de covardia.

Todavia, temos de convir que o ato de vingar-se jamais constitui prova de coragem. Geralmente, quando buscamos revidar uma ofensa o fazemos movidos pelo medo do agressor ou da opinião pública. Não importa que a nossa consciência nos acuse de covardia ou indignidade, o que nos interessa é que a sociedade não nos julgue assim.

O mesmo não ocorre com relação ao ato de perdoar. O perdão, sim, exige do ofendido muita coragem e dignidade. Enquanto a vingança é uma ladeira fácil de descer, o perdão é uma ladeira difícil de subir. Algumas pessoas costumam enfrentar corajosamente os mais graves perigos, mas sentem-se impotentes para tolerar uma pequena ofensa.

Escalam, com ousadia, altas montanhas, saltam de pára-quedas desafiando as alturas, enfrentam animais ferozes, aceitam os desafios do trânsito, navegam em mar revolto com bravura, mas não conseguem suportar um mínimo golpe da injustiça.

Dão grande prova de coragem em alguns pontos, mas se relevam inermes a investida da ingratidão, da calúnia, do cinismo, da falsidade, da infidelidade. Realmente fortes são aqueles que conseguem conter-se diante de uma agressão.

A verdadeira fortaleza está nas almas que não se descontrolam quando são ofendidas; que não se impacientam quando são incomodadas; que não se perturbam, quando são incompreendidas; que não se queixam, quando são prejudicadas;

Verdadeira coragem é aquela de que Jesus Cristo nos deu o exemplo. Ele sofreu a ingratidão daqueles a quem havia ajudado, enfrentou o cinismo dos agressores, foi ultrajado, caluniado, cuspiram-Lhe no rosto e O crucificaram, e Ele tomou uma única atitude: a do perdão.

Por várias vezes, em sua passagem pela terra, Ele teve motivos de sobra para revidar ofensas, mas sempre optou pela dignidade de calar-se. Esse foi seu ensinamento diante das agressões recebidas, Ele sempre matinha sua serenidade habitual; e podemos aqui citar uma de suas lições, quando nos ensinou a oferecer a outra face, e ainda diz "amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem" - Mateus 38 a 45.
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Essa é a atitude de uma alma verdadeiramente grande.
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Em Cristo,
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Gisele Mulek
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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Frases!!!!

Todo mundo tem oceanos para cruzar...
Desde que tenha coragem pra fazê-lo....
É irresponsavel?? Talvez...
Mas que sonho conhece fronteiras....
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(Filme "Amelia" sobre Amelia Earhart a primeira mulher aviadora do mundo.)
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domingo, 10 de outubro de 2010

Felicidade....


"A melhor maneira de ser feliz... é contribuir para a felicidade dos outros"

Era tarde da noite, quando o taxista recebeu o chamado. Dirigiu-se para a rua e número indicados. Tratava-se de um prédio simples, com uma única luz acesa no andar térreo. Ele pensou, logo, em buzinar e aguardar. Mas também pensou que alguém que chamasse o táxi, tão tarde, poderia estar com alguma dificuldade. Por isso, saiu do carro, foi até a porta e tocou a campainha. Ele ouviu som como de algo se arrastando, uma voz débil dizer: "Estou indo. Um momento, por favor."

Uma senhora idosa, pequena, franzina, com um vestido estampado, abriu a porta. Equilibrava-se em uma bengala, e, na outra mão, trazia uma pequena valise. Ele olhou para dentro e percebeu que todos os móveis estavam cobertos com lençóis. "Pode me ajudar com a mala?" Disse a senhora. Ele apanhou a mala e ajudou a passageira a entrar no táxi. Ela forneceu o endereço e pediu: "Podemos ir pelo centro da cidade?"

"Mas o caminho que a senhora sugere é o mais longo", observou o taxista. "Não tem importância", afirmou ela, resoluta. "Não tenho pressa. Desejo olhar a cidade, pela última vez. Estou indo para um asilo, porque não tenho mais família e o médico me disse que morrerei breve". O taxista, que começara a dar partida, desligou o taxímetro, sutilmente. Olhou para trás, fixou-a nos olhos e perguntou: "Aonde mesmo a senhora gostaria de ir?"

E ele a levou até um prédio, na área central da cidade. Ela mostrou o edifício onde fora ascensorista, quando era ainda mocinha. Depois, foram a um bairro onde ela morou, recém-casada, com seu marido. Apontou, mais adiante, o clube onde dançou, com seu amor, muitas vezes. De vez em quando, ela pedia que ele fosse mais devagar ou parasse em frente a algum edifício. Parecia olhar na escuridão, no vazio. Suspirava e olhava. Assim, as horas passaram e ela manifestou cansaço: "Por favor, agora estou pronta. Vamos para o asilo".

Era uma casa cercada de arvoredo e, apesar do horário, ela foi recepcionada, de forma cordial por dois atendentes. Logo mais, já numa cadeira de rodas, ela se despediu do taxista.
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"Quanto lhe devo?"

"Nada", disse ele. "É uma cortesia."

"Você tem que ganhar a vida, meu rapaz!"

"Há outros passageiros", respondeu ele.

E, sensibilizado, inclinou-se e a envolveu em um abraço afetuoso. Ela retribuiu com um beijo e palavras de gratidão: "Você deu a esta velhinha um grande presente. Deus o abençoe."

Naquela madrugada, o taxista resolveu não mais trabalhar. Ficou a cismar: E se tivesse, como muitos, apenas tocado a buzina duas ou três vezes e ido embora? E se tivesse recusado a corrida, pelo adiantado da hora? E se tivesse querido encerrar o turno, de forma apressada, para ir para casa? Deu-se conta da riqueza que é ser gentil, dedicar-se a alguém.
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Dois dias depois, retornou à casa de repouso. Desejava saber como estava a sua passageira. Ela havia morrido, na noite anterior.

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Por vezes pensamos que grandes momentos são motivados por grandes feitos. Contudo, existem coisas mínimas que representam muito para uma vida. O importante é não perder essas ricas oportunidades de dar felicidade a alguém.

Mesmo que seja um simples passeio pela cidade, uma ida ao cinema, uma volta pelo jardim, uma xícara de chá, um bate-papo num final de tarde, atender um telefonema na calada da noite, um abraço, um aperto de mão.....

Pense nisso! E esteja atento para as coisas mínimas, pois gestos quase insignificantes podem representar para alguém, toda a felicidade do mundo.
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Gisele Mulek
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sábado, 9 de outubro de 2010

Mell... Parabéns pra você!!!

Minha vidinha.. hoje é seu dia.. especial.. porque você faz dele assim!!
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Gostaria eu de poder dar a você o melhor presente, o mundo se coubesse em suas mãos; mais única coisa que hoje posso te oferecer, é meu abraço, meu beijo, meu carinho sincero, de uma mãe que jamais irá desistir de você.

Pois você é quem me move, quem me faz ir além, é você que traz motivação a vida tantas vezes conturbada; mais você consegue me mostrar um caminho com o verdadeiro sentido da alegria, da paz e do amor.

Não um amor qualquer, banal, desses que de uma hora pra outra se acaba, se manda embora, mais um amor sublime, que não impõe condições, que apenas existe e se sustenta de si mesmo, posso dizer que esse é o "amor incondicional".

Quero nesse dia desejar a você toda felicidade, todas as bênçãos de Deus sobre sua vida, que seu caminho, mesmo que as vezes com pedras, possa levá-la muito além do que você algum dia tenha sonhado.

Amo muito você!! Parabéns.. Beijocas....
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Uma singela homenagem...

Mamãe...

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Frases!!!!

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Lutem e Lutem novamente até que os cordeiros tornem-se leões.

Frase extraída do filme Robin Hood.

Significa... nunca pare de lutar... não desista nunca!!!

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terça-feira, 5 de outubro de 2010

ANDRÉ VALADÃO - TUDO ENTREGAREI




Letras que marcam.... canção para alma..
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Onde está você???


Onde está você
Se o sol morrendo te escondeu?
Onde ouvir você
Se a tua voz a chuva apagou?

Onde buscar se o coração
Bater de amor pra ver você?

Hoje a noite não tem luar
E eu não sei onde te encontrar
Pra dizer como é o amor
Que eu tenho pra te dar

Passa a noite tão devagar
Madrugada é silêncio é saudade
E a manhã que já vai chegar
Onde te despertar?

Vem depressa de onde estás
Já é tempo do sol raiar
Meu amor que é tanto
Não pode mais esperar


(Oscar Castro Neves e Luvercy Fiorini)
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O porteiro do prostíbulo...


Uma lição de vida... atitudes que fazem a diferença!!!!

Não havia no povoado pior ofício do que “porteiro do prostíbulo”. Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.

Um dia, entrou como gerente do prostíbulo um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento. Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. Ao porteiro disse:

- A partir de hoje, o senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.

- Eu adoraria fazer isso, senhor – balbuciou – mas eu não sei ler nem escrever!!

- Ah! Quanto eu o sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.

- Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não se fazer outra coisa.

- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.

Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.

Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.

Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.

E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:

- Venho para perguntar se você tem um martelo para me emprestar.

- Sim, acabo de compra-lo, mas eu preciso dele para trabalhar…

- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.

- Se é assim, está bom.

Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:

- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?

- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias mula de viagem.

- Façamos um trato – disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?

Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias… aceitou. Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.

- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?

O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: “não disponho de tempo para viajar para fazer compras”. Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas.

Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido. De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viagem, faziam encomendas. Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado. Todos estavam contentes e compravam dele. Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos.

Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.

Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc. E após foram os pregos e os parafusos. Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas. Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:

- É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de Atas desta nova escola.

- A honra seria minha – disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.

- O senhor?!?! – disse o prefeito sem acreditar. O senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto: o que teria sido do senhor se soubesse ler e escrever?

- Isso eu posso responder – disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever, seria o porteiro do prostíbulo!!!!!
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Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. Mais, adversidades podem ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades. Depende de nossas atitudes!!

Se alguém lhe bloquear a porta, não gaste energia com o confronto, procure outra saida. Lembre-se da sabedoria das águas: "A água nunca discute com seus obstáculos, mas os contorna".

Que a sua vida seja cheia de vitórias, não importa se são grandes ou pequenas, o importante é comemorar cada uma delas.

Quando você quiser saber o seu valor, procure pessoas capazes de entender seus medos e fracassos e, acima de tudo, reconhecer suas virtudes.
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Gisele Mulek
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domingo, 3 de outubro de 2010

Política.... Dia de Eleição!!!!


Dia de eleição, dia de exercer nossa cidadania, de ser brasileiro; Dia de escolhas, dia de perdas, dia de vitórias; Dia de ao menos tentar um futuro melhor.

Reconheço que grande parte das pessoas não gosta de política, aquela velha frase “política não se discute” esta impregnada em muitos, mais penso que política vai muito além de agüentar um horário político na TV, política move uma nação.

Existe uma tendência a excluir a relação direta entre política e cidadania, criando uma rejeição à política e valorizando cidadania, como se fossem termos diversos.

Mais avaliando o significado dessas palavras, elas se encontram, se entrelaçam, pois política significa: a razão, a moral, a prudência, a experiência, o sabor de administrar os diversos interesses e necessidades sociais, a favor da coletividade; já cidadania, é o conjunto dos direitos políticos de que goza um indivíduo e que lhe permitem intervir na direção dos negócios públicos do estado, participando de modo direto ou indireto na formação do governo e na sua administração, seja ao votar (direto), seja ao concorrer a cargo público (indireto).

Ambas as palavras e ações se identificam. É preciso recusar a recusa do termo política, como se ele pertencesse a uma área menos significativa e menos decente que a cidadania. Não se deve temer a identidade dos conceitos, pois só assim é possível construir cidadania, no sentido político do termo: bem comum, igualdade social e dignidade coletiva.

Esse é o momento em que podemos falar, onde mostramos nossa indignação, nossa verdade, nossa vontade, seja por melhores condições sócias, por melhor desenvolvimento educacional, por melhor segurança; é quando dizemos não a corrupção, é quando a voz do povo fala.

A maioria dos brasileiros não tem nenhum interesse em influenciar nas políticas públicas, não acreditam exercer ou não sabem que podem exercer algum tipo de poder. Para o cidadão comum, política lembra coisas pouco nobres como "maracutaia", corrupção, falta de seriedade e outras tantas que repugnam. Assim, deixam de lembrar de que os políticos são representantes legítimos do povo, pois o povo é que os escolhe, livre e democraticamente, entre seus próprios membros.

Sendo assim, somente através da cidadania uma sociedade consegue derrubar os muros da descrença, da desmotivação e da indiferença, remover os escombros e reedificar o ânimo, a esperança e o entusiasmo tão necessários em qualquer projeto de sociedade desenvolvida, justa, solidária, livre e feliz.

A nos cristãos, devemos estar atentos a todas estas práticas, pois a bíblia diz, “bem aventurada é a nação cujo Deus é o Senhor”; não devemos nos esquivar, e sim participar.
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Em Cristo,
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Gisele Mulek
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