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Aqui… com doçura, com paixão e alegria, vida, sorrisos, sucesso e amor; Sabedoria, esperança, caridade e diferenças; Saudades, liberdade, dúvidas e certezas; Entre amigos ou família, quem sabe outras crenças, dias de sol ou de chuva, sem frescuras… dividimos…"segredos".


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terça-feira, 7 de setembro de 2010

A primeira vista....


Quando não tinha nada eu quis
Quando tudo era ausência esperei
Quando tive frio tremi
Quando tive coragem liguei
Quando chegou carta abri
Quando ouvi Prince dancei
Quando o olho brilhou, entendi
Quando criei asas, voei
Quando me chamou eu vim
Quando dei por mim tava aqui
Quando lhe achei, me perdi
Quando vi você, me apaixonei.....

Chico César

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Tudo Diferente......


É preciso saber desligar......


Esqueça o trânsito caótico, a urucubaca política, o tal balancete no final do ano. Deixe de lado a cobrança interna, a dívida externa, a tão eterna dúvida. Viver é assim. Não há como negar. Para ficar ligado é preciso saber desligar. Fácil? Nem tanto.

Descobrir qual é o seu tempo é tarefa nobre: exige um grande conhecimento sobre si mesmo. Portanto, esqueça o relógio. Seu tempo está dentro de você. Chega de viver com a ansiedade no colo e o celular na mão. Não deixe a agenda ocupar - sem querer - o lugar do coração. Respeite sua hora. Desacelere. TURN OFF.
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Mais do que correr, é preciso saber parar. Não adianta viver no piloto-automático e deixar de sorrir. Nem tirar folga e levar uma enorme culpa dentro da mala. O mundo lá fora exige produtividade e imediatismo. Aqui dentro, corpo e alma pedem menos, muito menos. Como fazer, então, para conciliar tempos tão diferentes? A resposta não está em livros. Mas dentro de cada um.
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Quer tentar? Respire fundo. Desencane. Perca seu tempo com você! É uma responsabilidade enorme desconectar-se, eu sei. Mas vida ao vivo é pra quem tem coragem. Coragem de arriscar. Cuidado em saber a hora certa de parar. Difícil? Pode ser. É um exercício diário que exige confiança e um amor incondicional por tudo o que somos e acreditamos.
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Uma aceitação suave dos próprios defeitos, um rir de si mesmo, um desaprender contínuo, um aprender sem fim sobre o que queremos da vida. Não importa se tudo parecer errado e o mundo virar a cara para você. Esqueça. Se esqueça. Hora de se perdoar. RENASÇA.
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Eu sei pouca coisa da vida, mas uma frase eu sigo à risca: é preciso respeitar o próprio tempo. E eu respeito! Acredito no que diz o silêncio na hora em que a mente cala. E meu silêncio - que não é mudo e também escreve - dita com voz desafiante: confie em si mesma.
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Quebre a rigidez. Ouse. Brinque. Viva com mais leveza. E - por favor - desligue-se. Só assim você vai transformar vida em letra e letra em vida. E ter coragem e fôlego pra ser VOCÊ, no momento em que o mundo te atropelar sem licença e disser: CHEGOU A HORA!

Fernanda Mello




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domingo, 5 de setembro de 2010

Brooke Fraser - Shadowfeet



Shadowfeet (Tradução)


Andando, tropeçando nessas pegadas
A caminho de casa, um lugar que eu nunca vi;
Estou mudando... Cada vez menos sonolenta
Feita de coisas diferentes de quando comecei
E tenho tido essa sensação o tempo todo
O dia aproxima-se rapidamente.

Quando o mundo desaparecer por debaixo de mim
Estarei firme* em ti, ainda de pé
Quando os céus caírem e as montanham prostrarem-se
Quando Tempo e Espaço acabarem
Estarei firme em ti.

Há distração zunindo na minha cabeça
Dizendo que é mais fácil ficar nas sombras
Mas eu ouvi rumores da verdadeira realidade
Sussurros de um caminho bem iluminado.

Quando o mundo desaparecer por debaixo de mim
Estarei firme em ti, ainda de pé
Quando os céus caírem e as montanham prostrarem-se
Quando Tempo e Espaço acabarem
Estarei firme em ti.

Tu fazes novas todas as coisas.

Quando o mundo desaparecer por debaixo de mim
Estarei firme em ti, ainda de pé
Quando os céus caírem e as montanham prostrarem-se
Quando Tempo e Espaço acabarem
Estarei firme em ti.

Quando o mundo desaparecer por debaixo de mim
Estarei firme em ti, ainda de pé
Todos medos e acusações debaixo de meus pés;
Quando Tempo e Espaço acabarem
Estarei firme em ti
Quando Tempo e Espaço acabarem
Estarei firme em ti
Quando Tempo e Espaço acabarem
Estarei firme em ti.

Silêncio.....


Silêncio!
Minha alma pede silêncio!
Não! Não o silêncio de fora...
Quero o de dentro... o mais raro...
Pois é quando me faltam as palavras
Que realmente te adoro.
Tu não és o que eu digo
Se fosses, serias menor
Tu és mais, muito além
Do que, ao falar, Te defino.
E definir-Te, é reduzir-Te .
Tu não cabes nas palavras
Tu és A Palavra
Que quando dita, emudeço!
Tu és A Palavra
Quando não dita, adorada!

Grande, Excelso, Sublime,
Todo-Poderoso e Senhor
Mesmo essas são sombras
Do que verdadeiramente és
Minhas tentativas são pobres
Reles palavras ao vento.
Por isso, hoje, o silêncio
A nuvem do não-saber
A escuridão que me basta
O paradoxo eterno
Te adorar no que não digo
Pois quando me calo
É que, de verdade, te encontro!
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Frases!!!!

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“Só compreendemos a alegria quando encaramos a tristeza, a fé quando ela é testada, a paz em meio aos conflitos, e o amor quando o perdemos....”

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sábado, 4 de setembro de 2010

Meu Universo - PG

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Dedico a você... que mesmo longe... esta tão perto... que mesmo ausente... se faz presente... que mesmo fora... continua dentro... dentro do meu coração.... sempre..!!!

A escolha de Sofia....


"O maior castigo para aqueles que não se interessam por política, é que serão governados pelos que se interessam." Arnold Toynbee

"A escolha de Sofia" é a história que aconteceu no campo de concentração nazista de Auschwitz, vivida por uma mãe judia, que é forçada por um soldado alemão a escolher entre o filho e a filha - qual seria executado e qual seria poupado.

Se ela se recusasse a escolher, os dois seriam mortos. Ela escolhe o menino, que é mais forte e tem mais chances de sobreviver, porém nunca mais tem notícias dele. A questão é tão terrível que o título se converteu em sinônimo de "decisão quase impossível de ser tomada".

O artigo a seguir foi escrito no final de 2009, pelo economista Rodrigo Constantino - autor de 5 livros. Ele assina a coluna "Eu e Investimentos", do jornal Valor Econômico; também é colunista do jornal O Globo; além de ser Membro-fundador do Instituto Millenium; e vencedor do prêmio Libertas em 2009, no XII Forum da Liberdade. Segue seu artigo:


Serra ou Dilma? A Escolha de Sofia!

Agora, praticamente é oficial: José Serra e Dilma Rousseff são as duas opções viáveis nas próximas eleições. Em quem votar? Esse é um artigo que eu não gostaria de ter que escrever, mas me sinto na obrigação de fazê-lo.

Os antigos atenienses tinham razão ao dizerem que assumir qualquer lado é melhor do que não assumir nenhum.

Mas existem momentos tão delicados e extremos, onde o que resta das liberdades individuais está pendurado por um fio, que talvez essa postura idealista e de longo prazo não seja razoável.

Será que não valeria a pena ter fechado o nariz e eliminado o Partido dos Trabalhadores Nacional - Socialista, em 1933, na Alemanha, antes que Hitler pudesse chegar ao poder? Será que o fim de eliminar Hugo Chávez justificaria o meio deplorável de eleger um candidato horrível, mas menos louco e autoritário? São questões filosóficas complexas.. Confesso ficar angustiado quando penso nisso.

Voltando à realidade brasileira, temos um verdadeiro monopólio da esquerda na política nacional. PT e PSDB cada vez mais se parecem. Mas também existem algumas diferenças importantes.

O PT tem mais ranço ideológico, mais sede pelo poder absoluto, mais disposição para adotar quaisquer meios, os mais abjetos, para tal meta. O PSDB parece ter mais limites éticos quanto a isso.

O PT associou-se aos mais nefastos ditadores, defende abertamente grupos terroristas, carrega em seu âmago o DNA socialista. O PSDB não chega a tanto. Além disso, há um fator relevante de curto prazo: o governo Lula aparelhou a máquina estatal toda, desde os três poderes, passando pelo Itamaraty, STF, Polícia Federal, ONGs, estatais, agências reguladoras, tudo!

O projeto de poder do PT é aquele seguido por Chávez, na Venezuela; Evo Morales, na Bolívia; Rafael Correa, no Equador. Enfim, todos os comparsas do Foro de São Paulo. Se o avanço rumo ao socialismo não foi maior no Brasil, isso se deve aos freios institucionais, mais sólidos aqui, e não ao desejo do próprio governo.

A simbiose entre Estado e governo na gestão Lula foi enorme. O estrago será duradouro. Mas quanto antes for abortado, melhor será: haverá menos sofrimento no processo de ajuste.

Justamente por isso acredito que os liberais devem olhar para este aspecto fundamental, e ignorar um pouco as semelhanças entre Serra e Dilma. Uma continuação da gestão petista através de Dilma, é um tiro certo rumo ao pior.

Dilma é tão autoritária ou mais que Serra, com o agravante de ter sido uma terrorista na juventude comunista, lutando não contra a ditadura, mas sim por outra ainda pior, aquela existente em Cuba ainda hoje.

Ela nunca se arrependeu de seu passado vergonhoso; pelo contrário, sente orgulho. Seu grupo Colina planejou diversos assaltos. Como anular o voto sabendo que esta senhora poderá ser nossa próxima presidente?! Como virar a cara sabendo que isso pode significar passos mais acelerados em direção ao socialismo bolivariano?

Entendo que para os defensores da liberdade individual, escolher entre Dilma e Serra é como uma escolha de Sofia. Mas anular o voto, desta vez, pode significar o triunfo definitivo do mal. Em vez de soco na cara ou no estômago, podemos acabar com um tiro na nuca.

Dito isso, assumo que votarei em Serra. Meu voto é anti-PT acima de qualquer coisa. Meu voto é contra o Lula, contra o Chávez, que já declarou abertamente apoio à Dilma. Meu voto não é a favor de Serra.

No dia seguinte da eleição, já serei um crítico tão duro do governo Serra, como sou hoje do governo Lula. Mas, antes é preciso retirar a corja que está no poder. Antes é preciso desarmar a quadrilha que tomou conta de Brasília. Só o desaparelhamento de petistas do Estado já seria um ganho para a liberdade, ainda que momentâneo.

Respeito meus colegas liberais, que discordam de mim e pretendem anular o voto. Mas espero ter sido convincente de que o momento pede um pacto temporário com a barbárie, como única chance de salvar o que resta da civilização - o que não é muito, mas é o que hoje devemos e podemos fazer!


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"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." Martin Luther King


Pense... podemos fazer a diferença!!


Gisele Mulek

Os outros....


O sentimento de superioridade, muito comum entre nós, se manifesta de muitas maneiras. Mas, na sua origem, está sempre à convicção que nós somos melhores que os outros. Achamos, por isso, que temos direitos especiais. Merecemos um tratamento diferenciado: vida boa, segurança, reconhecimento, dignidade. Tudo, sempre melhor do que os outros.

Os outros?

Bem... Com certo ar de indiferença, desprezo ou até hostilidade, nós os tratamos como gente de segunda categoria. Assim, vamos erguendo barreiras entre pessoas e grupos sociais.

Nos tempos bíblicos, dividia-se o mundo entre judeus e pagãos, entre gregos e bárbaros, entre escravos e livres. Em nossos tempos nós os dividimos entre brancos e pretos, sulistas e nordestinos, homens e mulheres, patrões e empregados, salvos e perdidos, nós e os outros...

Cada um de nos poderíamos acrescentar muitos pares a essa lista. E todos sabem quanto sofrimento e quanta desgraça tal atitude provoca.

Quando, no Pai Nosso, Jesus nos ensinou a pedir que a vontade de Deus se faça, Ele estava pensando em outra coisa. Pois, qual é a vontade de Deus? "Ele quer que todos sejam salvos e venham a conhecer a verdade" (I Timóteo 2.4).

Deus não tem protegidos e apadrinhados. A ninguém Ele discrimina. Todos Lhe são igualmente caros. A todos Ele ama. A todos o Cristo foi enviado. Todos são convidados a participar de Seu Reino. Sobre todos Deus derrama os benefícios do sol e da chuva, na esperança de que venham a reconhecer Sua bondade graciosa e aprendam a viver a partir dela.

Por que haveríamos nós de agir de modo diferente?

Para subir antes devemos descer... para ser grande... antes devemos ser pequeno... Pense nisso!!!

Gisele Mulek

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Três dias para ver....


O que tu olharias se tivesses apenas três dias de visão?

Helen Keller, cega e surda desde bebê, há setenta anos, escreveu um ensaio que a revista seleções publicou e diz mais ou menos assim:

Às vezes o meu coração anseia por ver tudo aquilo que só conheço pelo tato. Se eu consigo tanto prazer com um simples toque, quanta beleza poderia ser revelada pela visão! E imaginei o que mais gostaria de ver se pudesse enxergar, digamos, por apenas três dias.

O primeiro dia seria muito ocupado. Eu reuniria todos os meus amigos queridos e olharia seus rostos por muito tempo, imprimindo em minha mente as provas exteriores da beleza que existe dentro deles.

Também fixaria os olhos no rosto de um bebê, para poder ter a visão da beleza ansiosa e inocente. E gostaria de olhar nos olhos fiéis e confiantes de meus dois cães.

À tarde daria um longo passeio pela floresta, contagiando meus olhos com as belezas da natureza. E rezaria pela glória de um pôr de sol colorido. Creio que nessa noite não conseguiria dormir.

No dia seguinte eu me levantaria ao amanhecer para assistir ao empolgante milagre da noite se transformando em dia. Contemplaria, assombrada, o magnífico panorama de luz com que o sol desperta a terra adormecida.

Como gostaria de ver o desfile do progresso do homem, visitaria os museus. Tentaria sondar a alma do homem por meio de sua arte. Veria então o que conheci pelo tato. Todo o magnífico mundo da pintura me seria apresentado. A noite de meu segundo dia seria passada no teatro ou no cinema.

No terceiro dia, a cidade seria meu destino. Iria aos bairros pobres, às fábricas, aos parques onde as crianças brincam. Viajaria pelo mundo visitando os bairros estrangeiros.

E meus olhos estariam sempre abertos tanto para as cenas de felicidade quanto para as de tristeza, de modo que eu pudesse descobrir como as pessoas vivem e trabalham, e compreende-las melhor.

À meia-noite, uma escuridão permanente outra vez se cerraria sobre mim. Claro, nesses três curtos dias eu não teria visto tudo que queria ver. Só quando as trevas descessem de novo é que me daria conta do quanto eu deixara de apreciar.

Artigo publicado na revista Seleções do Reader's Digest de junho2002

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Usem seus olhos como se amanhã fossem perder a visão. E o mesmo se aplica aos outros sentidos.

Ouçam a música das vozes, o canto dos pássaros, os possantes acordes de uma orquestra, como se amanhã fossem ficar surdos.

Toquem cada objeto como se amanhã perdessem o tato. Sintam o perfume das flores, saboreiem cada bocado, como se amanhã não mais sentissem aromas nem gostos.

Usem ao máximo todos os sentidos. Gozem de todas as facetas da beleza que o mundo lhes revela pelos vários meios de contato fornecidos pela natureza.

E agradeçamos à Deus por todas as Bênçãos que recebemos diariamente, e quase sempre nem nos damos conta do quanto somos agraciados...

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Gisele Mulek
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