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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Tudo Diferente......
É preciso saber desligar......

Fernanda Mello
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domingo, 5 de setembro de 2010
Brooke Fraser - Shadowfeet
Shadowfeet (Tradução)
Andando, tropeçando nessas pegadas
A caminho de casa, um lugar que eu nunca vi;
Estou mudando... Cada vez menos sonolenta
Feita de coisas diferentes de quando comecei
E tenho tido essa sensação o tempo todo
O dia aproxima-se rapidamente.
Quando o mundo desaparecer por debaixo de mim
Estarei firme* em ti, ainda de pé
Quando os céus caírem e as montanham prostrarem-se
Quando Tempo e Espaço acabarem
Estarei firme em ti.
Há distração zunindo na minha cabeça
Dizendo que é mais fácil ficar nas sombras
Mas eu ouvi rumores da verdadeira realidade
Sussurros de um caminho bem iluminado.
Quando o mundo desaparecer por debaixo de mim
Estarei firme em ti, ainda de pé
Quando os céus caírem e as montanham prostrarem-se
Quando Tempo e Espaço acabarem
Estarei firme em ti.
Tu fazes novas todas as coisas.
Quando o mundo desaparecer por debaixo de mim
Estarei firme em ti, ainda de pé
Quando os céus caírem e as montanham prostrarem-se
Quando Tempo e Espaço acabarem
Estarei firme em ti.
Quando o mundo desaparecer por debaixo de mim
Estarei firme em ti, ainda de pé
Todos medos e acusações debaixo de meus pés;
Quando Tempo e Espaço acabarem
Estarei firme em ti
Quando Tempo e Espaço acabarem
Estarei firme em ti
Quando Tempo e Espaço acabarem
Estarei firme em ti.
Silêncio.....

Minha alma pede silêncio!
Não! Não o silêncio de fora...
Quero o de dentro... o mais raro...
Pois é quando me faltam as palavras
Que realmente te adoro.
Tu não és o que eu digo
Se fosses, serias menor
Tu és mais, muito além
Do que, ao falar, Te defino.
E definir-Te, é reduzir-Te .
Tu não cabes nas palavras
Tu és A Palavra
Que quando dita, emudeço!
Tu és A Palavra
Quando não dita, adorada!
Grande, Excelso, Sublime,
Todo-Poderoso e Senhor
Mesmo essas são sombras
Do que verdadeiramente és
Minhas tentativas são pobres
Reles palavras ao vento.
Por isso, hoje, o silêncio
A nuvem do não-saber
A escuridão que me basta
O paradoxo eterno
Te adorar no que não digo
Pois quando me calo
É que, de verdade, te encontro!
Frases!!!!
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“Só compreendemos a alegria quando encaramos a tristeza, a fé quando ela é testada, a paz em meio aos conflitos, e o amor quando o perdemos....”
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sábado, 4 de setembro de 2010
Meu Universo - PG
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Dedico a você... que mesmo longe... esta tão perto... que mesmo ausente... se faz presente... que mesmo fora... continua dentro... dentro do meu coração.... sempre..!!!
A escolha de Sofia....
"A escolha de Sofia" é a história que aconteceu no campo de concentração nazista de Auschwitz, vivida por uma mãe judia, que é forçada por um soldado alemão a escolher entre o filho e a filha - qual seria executado e qual seria poupado.
Se ela se recusasse a escolher, os dois seriam mortos. Ela escolhe o menino, que é mais forte e tem mais chances de sobreviver, porém nunca mais tem notícias dele. A questão é tão terrível que o título se converteu em sinônimo de "decisão quase impossível de ser tomada".
O artigo a seguir foi escrito no final de 2009, pelo economista Rodrigo Constantino - autor de 5 livros. Ele assina a coluna "Eu e Investimentos", do jornal Valor Econômico; também é colunista do jornal O Globo; além de ser Membro-fundador do Instituto Millenium; e vencedor do prêmio Libertas em 2009, no XII Forum da Liberdade. Segue seu artigo:
Serra ou Dilma? A Escolha de Sofia!
Agora, praticamente é oficial: José Serra e Dilma Rousseff são as duas opções viáveis nas próximas eleições. Em quem votar? Esse é um artigo que eu não gostaria de ter que escrever, mas me sinto na obrigação de fazê-lo.
Os antigos atenienses tinham razão ao dizerem que assumir qualquer lado é melhor do que não assumir nenhum.
Mas existem momentos tão delicados e extremos, onde o que resta das liberdades individuais está pendurado por um fio, que talvez essa postura idealista e de longo prazo não seja razoável.
Será que não valeria a pena ter fechado o nariz e eliminado o Partido dos Trabalhadores Nacional - Socialista, em 1933, na Alemanha, antes que Hitler pudesse chegar ao poder? Será que o fim de eliminar Hugo Chávez justificaria o meio deplorável de eleger um candidato horrível, mas menos louco e autoritário? São questões filosóficas complexas.. Confesso ficar angustiado quando penso nisso.
Voltando à realidade brasileira, temos um verdadeiro monopólio da esquerda na política nacional. PT e PSDB cada vez mais se parecem. Mas também existem algumas diferenças importantes.
O PT tem mais ranço ideológico, mais sede pelo poder absoluto, mais disposição para adotar quaisquer meios, os mais abjetos, para tal meta. O PSDB parece ter mais limites éticos quanto a isso.
O PT associou-se aos mais nefastos ditadores, defende abertamente grupos terroristas, carrega em seu âmago o DNA socialista. O PSDB não chega a tanto. Além disso, há um fator relevante de curto prazo: o governo Lula aparelhou a máquina estatal toda, desde os três poderes, passando pelo Itamaraty, STF, Polícia Federal, ONGs, estatais, agências reguladoras, tudo!
O projeto de poder do PT é aquele seguido por Chávez, na Venezuela; Evo Morales, na Bolívia; Rafael Correa, no Equador. Enfim, todos os comparsas do Foro de São Paulo. Se o avanço rumo ao socialismo não foi maior no Brasil, isso se deve aos freios institucionais, mais sólidos aqui, e não ao desejo do próprio governo.
A simbiose entre Estado e governo na gestão Lula foi enorme. O estrago será duradouro. Mas quanto antes for abortado, melhor será: haverá menos sofrimento no processo de ajuste.
Justamente por isso acredito que os liberais devem olhar para este aspecto fundamental, e ignorar um pouco as semelhanças entre Serra e Dilma. Uma continuação da gestão petista através de Dilma, é um tiro certo rumo ao pior.
Dilma é tão autoritária ou mais que Serra, com o agravante de ter sido uma terrorista na juventude comunista, lutando não contra a ditadura, mas sim por outra ainda pior, aquela existente em Cuba ainda hoje.
Ela nunca se arrependeu de seu passado vergonhoso; pelo contrário, sente orgulho. Seu grupo Colina planejou diversos assaltos. Como anular o voto sabendo que esta senhora poderá ser nossa próxima presidente?! Como virar a cara sabendo que isso pode significar passos mais acelerados em direção ao socialismo bolivariano?
Entendo que para os defensores da liberdade individual, escolher entre Dilma e Serra é como uma escolha de Sofia. Mas anular o voto, desta vez, pode significar o triunfo definitivo do mal. Em vez de soco na cara ou no estômago, podemos acabar com um tiro na nuca.
Dito isso, assumo que votarei em Serra. Meu voto é anti-PT acima de qualquer coisa. Meu voto é contra o Lula, contra o Chávez, que já declarou abertamente apoio à Dilma. Meu voto não é a favor de Serra.
No dia seguinte da eleição, já serei um crítico tão duro do governo Serra, como sou hoje do governo Lula. Mas, antes é preciso retirar a corja que está no poder. Antes é preciso desarmar a quadrilha que tomou conta de Brasília. Só o desaparelhamento de petistas do Estado já seria um ganho para a liberdade, ainda que momentâneo.
Respeito meus colegas liberais, que discordam de mim e pretendem anular o voto. Mas espero ter sido convincente de que o momento pede um pacto temporário com a barbárie, como única chance de salvar o que resta da civilização - o que não é muito, mas é o que hoje devemos e podemos fazer!
*****
"O que mais preocupa não é o grito dos violentos, nem dos corruptos, nem dos desonestos, nem dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons." Martin Luther King
Pense... podemos fazer a diferença!!
Gisele Mulek
Os outros....

Os outros?
Bem... Com certo ar de indiferença, desprezo ou até hostilidade, nós os tratamos como gente de segunda categoria. Assim, vamos erguendo barreiras entre pessoas e grupos sociais.
Nos tempos bíblicos, dividia-se o mundo entre judeus e pagãos, entre gregos e bárbaros, entre escravos e livres. Em nossos tempos nós os dividimos entre brancos e pretos, sulistas e nordestinos, homens e mulheres, patrões e empregados, salvos e perdidos, nós e os outros...
Cada um de nos poderíamos acrescentar muitos pares a essa lista. E todos sabem quanto sofrimento e quanta desgraça tal atitude provoca.
Quando, no Pai Nosso, Jesus nos ensinou a pedir que a vontade de Deus se faça, Ele estava pensando em outra coisa. Pois, qual é a vontade de Deus? "Ele quer que todos sejam salvos e venham a conhecer a verdade" (I Timóteo 2.4).
Deus não tem protegidos e apadrinhados. A ninguém Ele discrimina. Todos Lhe são igualmente caros. A todos Ele ama. A todos o Cristo foi enviado. Todos são convidados a participar de Seu Reino. Sobre todos Deus derrama os benefícios do sol e da chuva, na esperança de que venham a reconhecer Sua bondade graciosa e aprendam a viver a partir dela.
Por que haveríamos nós de agir de modo diferente?
Para subir antes devemos descer... para ser grande... antes devemos ser pequeno... Pense nisso!!!
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Três dias para ver....

Helen Keller, cega e surda desde bebê, há setenta anos, escreveu um ensaio que a revista seleções publicou e diz mais ou menos assim:
Às vezes o meu coração anseia por ver tudo aquilo que só conheço pelo tato. Se eu consigo tanto prazer com um simples toque, quanta beleza poderia ser revelada pela visão! E imaginei o que mais gostaria de ver se pudesse enxergar, digamos, por apenas três dias.
O primeiro dia seria muito ocupado. Eu reuniria todos os meus amigos queridos e olharia seus rostos por muito tempo, imprimindo em minha mente as provas exteriores da beleza que existe dentro deles.
Também fixaria os olhos no rosto de um bebê, para poder ter a visão da beleza ansiosa e inocente. E gostaria de olhar nos olhos fiéis e confiantes de meus dois cães.
À tarde daria um longo passeio pela floresta, contagiando meus olhos com as belezas da natureza. E rezaria pela glória de um pôr de sol colorido. Creio que nessa noite não conseguiria dormir.
No dia seguinte eu me levantaria ao amanhecer para assistir ao empolgante milagre da noite se transformando em dia. Contemplaria, assombrada, o magnífico panorama de luz com que o sol desperta a terra adormecida.
Como gostaria de ver o desfile do progresso do homem, visitaria os museus. Tentaria sondar a alma do homem por meio de sua arte. Veria então o que conheci pelo tato. Todo o magnífico mundo da pintura me seria apresentado. A noite de meu segundo dia seria passada no teatro ou no cinema.
No terceiro dia, a cidade seria meu destino. Iria aos bairros pobres, às fábricas, aos parques onde as crianças brincam. Viajaria pelo mundo visitando os bairros estrangeiros.
E meus olhos estariam sempre abertos tanto para as cenas de felicidade quanto para as de tristeza, de modo que eu pudesse descobrir como as pessoas vivem e trabalham, e compreende-las melhor.
À meia-noite, uma escuridão permanente outra vez se cerraria sobre mim. Claro, nesses três curtos dias eu não teria visto tudo que queria ver. Só quando as trevas descessem de novo é que me daria conta do quanto eu deixara de apreciar.
Artigo publicado na revista Seleções do Reader's Digest de junho2002
Usem seus olhos como se amanhã fossem perder a visão. E o mesmo se aplica aos outros sentidos.
Ouçam a música das vozes, o canto dos pássaros, os possantes acordes de uma orquestra, como se amanhã fossem ficar surdos.
Toquem cada objeto como se amanhã perdessem o tato. Sintam o perfume das flores, saboreiem cada bocado, como se amanhã não mais sentissem aromas nem gostos.
Usem ao máximo todos os sentidos. Gozem de todas as facetas da beleza que o mundo lhes revela pelos vários meios de contato fornecidos pela natureza.
E agradeçamos à Deus por todas as Bênçãos que recebemos diariamente, e quase sempre nem nos damos conta do quanto somos agraciados...
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quinta-feira, 2 de setembro de 2010
SILÊNCIO E QUIETUDE!
"Aquietai-vos e sabei que eu sou Deus" é talvez a ordem divina mais difícil de ser atendida.A dificuldade está no fato de que é Deus quem fala, mas é o homem quem tem que se aquietar, deixando o motor de suas ansiedades parar, permitindo-se levar no "automático da confiança".
Ansiedade é algo tão terrível em razão do poder que tem de tornar o presente inaproveitável, escravizando o indivíduo, pela insegurança, à virtualidade agustiada do que não existe ainda, posto que a ansiedade se faz serva do futuro; ou seja: ela escraviza o ser ao que não é, e o impede de viver o dia que é Hoje.
O ruído e a energia da ansiedade faz a alma se sentir eletrificada pelo sentir de uma força hostil e negativa, a qual, pela sua própria natureza, se alimenta de pre-ocupações... escravizando a alma ao fantasma que o medo concebeu como futuro.
O corpo todo sofre quando você está ansioso. Os braços, especialmente, parecem ficar lotados de um carga como que elétrica, e que vaza pelos membros, angustiada por fazer "um terra" que a descarregue...; embora, em se estando ansioso, nada absolutamente faça esse "terra" pelo qual se possa descarregar tal energia. Ao contrário, toda a tentativa de se "fazer terra" apenas aumenta a ansiedade, posto que a ansiedade se alimenta da imprevisibilidade da terra... portanto, do tempo e do espaço.
A mente ansiosa trabalha correndo atrás do pior, angustiada por não saber o que reserva o amanhã. Assim, quanto mais energia alguém dedica à ansiedade, mais insaciável ela se torna, e mais fraca a pessoa se sentirá em relação o poder do que ainda não é...
Chega o ponto em que drenada, impotente, angustiada, gelada de medo, a pessoa passa a crer que todo o mal que ela teme a alcançará... e, assim, imagina que todas as não-soluções lhe acometerão...
A ansiedade é a fé no pior; é filha da desconfiança; é tão certa quanto a culpa de cada um; é tão implacável quanto o vatícinio de inimigos; é tão covarde quanto o diabo. Por essa razão, assim como a fé é a certeza das boas coisas... a ansiedade é a expectativa amedrontada de tudo o que é ruim.
Daí, não raramente, a ansiedade chamar à existência justamente as coisas que pela ansiedade se teme... e das quais se fuge... ou se luta buscando fazer prevenção. Na ansiedade não há fé, pois, onde há fé, aí não há ansiedade! Na melhor das hipoteses a ansiedade gera uma fé nervosa e que existe em estado de desespero.
É por essa razão que eu disse no início que "aquietar-se" e esperar na intervenção de Deus é uma das coisas mais difícéis que se pode pretender realizar. Alías, se houver ansiedade jamais se terá tal descanso; posto que o estado de descanso vem da confiança e da entrega.
O que é mais ficífil nisso tudo é que o "aquietar-se" é algo que Deus ordena, mas é o homem quem tem que decidir. "Aquietai-vos" evoca uma decisão pessoal; uma resolução; uma consciência que abre mão do instinto aflito de auto-defesa; é uma vontade de paz; um entregrar confiante da impotência pessoal, crendo que em tal paradoxo nasce o poder que realiza o impossível. Aqueietar-se em Deus é o agir pelo não agir!
Provavelmente a maioria das pessoas só pensam nesse mandamento divino quando tudo está "preto", e já não se tem saída. A contradição é que essa é a pior hora para se começar no caminho da quietude. Todavia, antes na calamidade do que nunca...
No entanto, o que se deve almejar é entrar num estado permanente de descanso e confiança, intentando fazer até mesmo com que a própria respiração e cadência do fluxo sangüinio se ponham também sob as bênçãos de tal ordem de vida dada por Deus.
Ou seja: é melhor se treinar na quietude todos os dias, fazendo exercício cotidianos de descanso da alma, chamando o "pôtro" angustiado que há dentro de cada um de nós para acalmar-se junto às águas de descanso e nos pastos verdejantes da quietude interior.
Ora, se assim se faz em tempo de paz..., muito mais fácil fica não abandonar o compromisso com a confiança que gera quietude no dia da guerra; posto que se aprende na vida a começar das pequeninas coisas.
O fato é que é preciso que se "aquiete" antes..., a fim de que de possa 'saber' quem é Deus 'depois'. Deus se deixa conhecer como Deus na quietude confiante e no silêncio entregue e pacificado que vem da fé.
A questão é que temos horror de confiar, crer, entregar, abandonar, descansar, deixar a vida correr no fluxo...; e, sem temor, não temer peder nada...; posto que tudo aquilo que é entregue a Deus jamais se perde... mesmo que não esteja em nossas mãos. Em meio a tudo isso..., nesse "aquietai-vos"..., há também com convite ao silêncio interior. Deus fala no silêncio!
Silêncio em Deus é quando os processos mentais se acalmam, a alma se deita aconchegada, os espírito de levanta voluntário, o coração se aninha humilde, os ouvidos interiores se abrem, e, nossas vozes vocais ou não-vocais emudecem...; sim..., é depois de tudo isso que podemos ficar abertos para ouvir Deus no silêncio...
E Ele fala. Fala dentro de nós. Fala sem palavras e sem linguagem. Fala através de sentimentos... às vezes de angustias que emulam a consciência... às vezes através de brisas, ventos, folhas que se esvoam, pássaros que cantam, estações que mudam, luares sombrios ou iluminados; bem como através de gestos, acontecimentos, inspirações, alegrias puras, gratidão, esperança, sonhos...; e, sobretudo, mediante o silêncio da Palavra, que fala sem gritar, e que admoesta em consolação.
Experimente a santa irresponsabilidade de descansar em Deus, de dizer ‘tô nem aí... está nas mãos de Deus...’; ou, ainda, experimente fazer da quietude o seu tesouro, o seu modo de vida, o seu sentir mais normal, e sua ambição mais preciosa. Ah! Grande alegria e contentamento há na confiança que sossega e se aquieta!
Quem assim faz... em fé... esse conhecerá a Deus. Sim, esse ‘saberá’ em profundidade acerca do poder que emana em favor da alma que se aninha na amizade de Deus.
Bem-aventurados os que se aquietam, pois eles saberão e conhecerão quem é Deus! Pense nisso!
Fonte: http://www.caiofabio.net/2009/conteudo.asp?codigo=02774