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Aqui… com doçura, com paixão e alegria, vida, sorrisos, sucesso e amor; Sabedoria, esperança, caridade e diferenças; Saudades, liberdade, dúvidas e certezas; Entre amigos ou família, quem sabe outras crenças, dias de sol ou de chuva, sem frescuras… dividimos…"segredos".


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terça-feira, 10 de agosto de 2010

PG | Te Vejo....



Te vejo nos momentos de dor / Te vejo na noite / Quando na vida o sol se põe / Tu és a luz
Te vejo num sorriso e no amor / Te vejo em meus planos / Vejo tuas mãos guiando-me
Sempre és fiel! / Sinto teu abraço e teu carinho / Tu és fiel e não há razão

Pra duvidar do teu coração / Sinto tuas mãos sobre mim / Sinto o amor e posso ouvir
Tuas palavras e tua voz /Tu és fiel / Te vejo no deserto / E na aflição
Te vejo no vale / Vejo tuas mãos cobrindo o sol / Guardando-me
Te vejo em cada passo que dou / Te vejo em meus planos / Vejo tuas mãos guiando-me
Sempre és fiel!!!

Momento de Perfeição!!!!


Chush é uma escola no Brooklyn, Nova Iorque, que se dedica ao ensino de crianças especiais. Algumas crianças ali permanecem durante toda a vida escolar, enquanto outras podem ser encaminhadas a escolas comuns.
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Em um jantar beneficente de Chush, o pai de uma criança fez um discurso que nunca mais seria esquecido pelos que ali estavam presentes. Depois de elogiar a escola e seu dedicado pessoal, perguntou ele:
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"Onde está à perfeição em meu filho Shaya, se tudo o que DEUS faz, é feito com perfeição?" Mas meu filho não pode entender as coisas como outras crianças entendem. Meu filho não pode se lembrar de fatos e números como as outras crianças. Então onde está a perfeição de Deus?
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Todos ficaram chocados com a pergunta e com o sofrimento daquele pai. Mas ele continuou: "Acredito que quando Deus traz uma criança especial ao mundo, a perfeição que Ele busca está no modo como as pessoas reagem diante desta criança”. Então ele contou a seguinte história sobre o seu filho Shaya:
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Uma tarde, Shaya e eu caminhávamos pelo parque onde alguns meninos que Shaya conhecia, estavam jogando beisebol. Shaya perguntou-me, você acha que eles me deixariam jogar? Eu sabia das limitações do meu filho e que a maioria dos meninos não o queria no time. Mas entendi que se Shaya pudesse jogar com eles, isto lhe daria uma prazerosa sensação de participação.
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Aproximei-me de um dos garotos no campo e perguntei se Shaya poderia jogar. O menino deu uma olhada ao redor buscando a aprovação de seus companheiros de time. Mas, mesmo não conseguindo nenhuma aprovação, ele assumiu a responsabilidade e disse: "Nós estamos perdendo por seis rodadas e o jogo está na oitava. Acho que ele pode entrar em nosso time e tentaremos colocá-lo para bater até a nona rodada.
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Fiquei admirado quando Shaya abriu um grande sorriso ao ouvir a resposta do menino. Pediram então que ele calçasse a luva e fosse para o campo jogar. No final da oitava rodada, o time de Shaya marcou alguns pontos, mas ainda perdia por três. No final da nona rodada, o time de Shaya marcou novamente e agora com dois fora e as bases com potencial para a rodada decisiva, Shaya foi escalado para continuar.
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O time deixaria Shaya de fato rebater nessa circunstância e jogar fora a chance de ganhar o jogo? Surpreendentemente, foi dado o bastão a Shaya. Todo o mundo sabia que isto seria quase impossível, pois ele nem mesmo sabia segurar o bastão. Porém, quando Shaya tomou posição, o lançador se moveu alguns passos para arremessar a bola de maneira que Shaya pudesse ao menos rebatê-la.
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Foi feito o primeiro arremesso e Shaya balançou desajeitadamente o bastão e perdeu o lance. Um dos companheiros do time de Shaya foi até ele e juntos seguraram o bastão e encararam o lançador. O lançador deu novamente alguns passos para lançar a bola suavemente para Shaya. Quando veio o lance, Shaya e o seu companheiro de time balançaram o bastão e, juntos, rebateram a lenta bola do lançador.
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O lançador apanhou a suave bola e poderia tê-la lançado facilmente ao primeiro homem da base, Shaya estaria fora e isso teria terminado o jogo. Em vez disso, o lançador pegou a bola e lançou-a em uma curva, longa e alta para o campo, distante do alcance do primeiro homem da base. Então todo o mundo começou a gritar:
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- Shaya, corra para a primeira base. Corra para a primeira. Nunca em sua vida ele tinha corrido... Mas saiu em disparada para a linha de base, com os olhos arregalados e bastante assustado. Até que ele alcançasse a primeira base, o jogador da direita teve a posse da bola.
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Ele poderia ter lançado a bola ao segundo homem da base, o que colocaria Shaya para fora, pois ele ainda estava correndo. Mas o jogador entendeu quais eram as intenções do lançador e, assim, lançou a bola alta e distante, acima da cabeça do terceiro homem da base.
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Todo mundo gritou: "Corra para a segunda, Shaya, corra para a segunda base". Shaya correu para a segunda base, enquanto os jogadores à frente dele circulavam deliberadamente para a base principal. Quando Shaya alcançou a segunda base, a curta parada adversária colocou-o na direção da terceira base e todos gritaram: "Corra para a terceira".
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Quando Shaya contornou a terceira base, os meninos de ambos os times correram atrás dele gritando: "Shaya, corra para a base principal". Shaya correu para a base principal, pôs os pés nela e todos os 18 meninos o ergueram nos ombros fazendo dele o herói, como se ele tivesse vencido o campeonato e ganho o jogo para o time deles.
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Naquele dia - disse o pai com lágrimas escorrendo pela face - aqueles 18 meninos alcançaram a Perfeição de Deus. E.. eu nunca tinha visto um sorriso tão lindo no rosto do meu filho!
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Não se preocupe em entender a vida.... se preocupe apenas em vivê-la de forma simples, intensa e verdadeira... porque viver ultrapassa toda nossa compreensão.

Em Cristo, que nos faz conhecer esse amor que excede todo entendimento!!
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Gisele Mulek
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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Frases!!!


“Só compreendemos a alegria quando encaramos a tristeza, a fé quando ela é testada, a paz em meio aos conflitos, e o amor quando o perdemos”

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domingo, 8 de agosto de 2010

Aos Pais......


Talvez não encontre uma expressão exata, para definir o que gostaria de dizer... Dia dos pais, para mim nunca foi uma data muito fácil, por todas as circunstancias que a vida me impôs, pois por muito tempo não tive presente a figura de meu pai.

Mas hoje, talvez para compensar estes anos de ausência, ele esta aqui, meu amigo, meu amparo, mesmo com suas limitações, és meu pai.

Hoje também um dia de saudade e de muitas recordações, daquele que foi igualmente um pai para mim, meu avô, que já não esta mais aqui, mais que deixou seu legado, sua vivencia, sua historia, uma vida que sempre será lembrada, como uma boa semente, gerando bons frutos.

Então através de vocês reconheço na figura de um pai....

O amigo... companheiro... protetor... guerreiro... Aquele que acolhe sua cria.... que se mantém presente.. mesmo quando ausente... aquele que provém... não só o alimento... ou as vestes.... mais também o carinho... o afeto... o afago...

Aquele que mesmo na necessidade da bronca... em meio ao castigo dolorido.... tem a sensibilidade... do cuidado... do carinho...

Aquele... que brinca com seus filhos e filhas... como se fosse um deles.... e que não se deixa perder pelo agito da vida... mas que vive com a simplicidade de fazer tudo valer a pena...

Então... com essa mesma simplicidade quero em singelas palavras... desejar... Um Feliz dia do Pais!!!!
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Nele, que nos amou de tal maneira que deu seu único filho para que pudéssemos de tal maneira recebê-lo como Pai!!!
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Um beijo com carinho....
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Gisele Mulek
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Valor de diamante!!!!!


Um homem esperava para atravessar uma avenida quando um brilho na grama em que pisava chamou sua atenção. Deu uma olhada sem se abaixar e pensou "deve ser um caco de vidro" e foi embora.

Mais tarde outro homem na mesma situação percebeu o brilho, abaixou-se, pegou a pedra meio suja e viu que era talhada como um lindo diamante.

Parecia mesmo um diamante enviando raios luminosos com as cores do arco-íris quando colocado ao sol. O homem pensou: "Puxa, será um diamante? Desse tamanho? Perdido aqui? Como veio parar aqui?

Talvez eu devesse levar a um joalheiro pra ver ser é mesmo uma jóia. Olhava e olhava e de repente disse a si mesmo "que idiota eu sou, imagina se isso é um diamante, só pode ser um vidro talhado em forma de diamante que caiu de algum anel de alguma bijuteria barata. Afinal porque um cara como eu iria achar um diamante?

E se eu levar a um joalheiro ainda vou ter que agüentar a gozação do homem por eu ter pensado que podia ser um diamante... esquece... logo eu ia achar um diamante assim... perdido numa grama... logo eu. E assim pensando jogou de novo a pedra na grama e atravessou a avenida até meio triste pela sua pouca sorte.

No dia seguinte outro homem passando pelo mesmo lugar viu a pedra, atraído pelo seu brilho a apanhou... "que beleza de pedra" ele pensou... "parece um diamante, talvez até seja um diamante, mas também pode ser apenas um pedaço de vidro imitando um diamante”... O melhor que tenho a fazer é levá-la a um joalheiro e pedir uma avaliação... e colocou a pedra no bolso.

Tendo levado-a para avaliação mais tarde descobriu ser um verdadeiro diamante, de muitos quilates e com uma lapidação especial. Era uma pedra muito valiosa! Realmente especial e o homem ficou muito feliz com a sua boa sorte!

Em nossa vida às vezes encontramos pessoas que são como esse diamante... valiosas!

Pena que nem sempre damos o tempo necessário para avaliá-las, confiando na nossa primeira, e muitas vezes errônea, impressão, ou simplesmente achando que nunca teremos essa sorte, então, porque aquela pessoa apareceria justamente pra nós?

Pense nisso!!! Dê-se uma chance!!! Faça a vida valer a pena!!!



Gisele Mulek
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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Frases!!!!

"Se eu não puder mudar quando as circunstancias exigem,
como posso esperar que os outros mudem"


quarta-feira, 28 de julho de 2010

Invictus.....

“Eu agradeço a Deus, por minha alma invencível
Nas garras ferozes das circunstancias não me encolhi, nem derramei meu pranto
Golpeado pelo destino, minha cabeça sangra, mais não se curva
Mesmo nesse instante de ira e lagrimas onde se soma o horror das sombras
Mesmo com ameaça dos anos que me encontra, mais me encontra sempre destemido
Pouco importa quão estreita seja a porta, ou quão profusa em punição seja a lista
Eu sou senhor do meu destino
Eu sou capitão da minha alma”



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terça-feira, 27 de julho de 2010

A indelicada arte de fechar portas.....


Na vida, pelo caminho que trilhamos á medida que passamos por ele, vamos fechando ou abrindo portas.

Meses, anos ou décadas depois geralmente nos deparamos com estas mesmas portas, e muitas das portas que abrimos, estão fechadas, e certamente, lembremo-nos ou não, nós mesmos as fechamos.

Fechamos portas quando não agradecemos pelas portas que alguém nos abriu;

Fechamos portas quando abandonamos aqueles que um dia nos acolheram e nos puxaram para cima;

Fechamos portas quando, em nome da verdade, falamos o que achamos que devemos falar, embora não tivéssemos o direito de julgar o outro sem antes ouvir;

Fechamos portas quando não fazemos com carinho e capricho o que nos pediram para fazer, por preguiça, desinteresse ou soberba;

Fechamos portas quando recusamos um sorriso, um aperto de mão ou um abraço, por estarmos cansados ou irritados;

Fechamos portas quando, por arrogância ou desprezo não prestamos atenção no que o outro pretendeu nos dizer.

Esta lista com certeza poderia ser ampliada, mas estes ítens são suficientes para nos mostrar, que se fechamos portas, devemos encontrar à coragem de renunciar à tentação de nos acharmos a palmatória do mundo.

O mundo não é o mundo da graça (coisa de Deus), mas é o mundo da lei (coisa nossa), em que a colheita depende da semeadura.

Como estão as portas por onde você passou? Espero que continuem abertas!!!



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domingo, 25 de julho de 2010

Um dia de Sol


Domingo.... que dia lindo.... com sol... ventinho gelado, mais agradável... típico dessa cidade maravilhosa.... e o melhor pessoas especiais.... o que faz toda diferença...
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Talvez nada de novidades... coisas simples... como um almoço cheio de historias... algumas sinistras... mais que ao final arrancou sorrisos de todos.... aquelas coisas tradicionais.... coca-cola derramada na toalha (rs).... gente grande feito bebê sujando blusa de molho (rs)...
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Depois um bom filme... (e que bela historia de vida).... com muita pipoca... amendoim... bolo... chocolate... todos deitados no chão... disputando uma ponta do cobertor (rs)...
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Final da tarde... encaramos uma tarefa difícil... mais... ajudar um amigo... um irmão.... não tem preço... choro contido... mais a certeza que dias melhores virão...
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A noite... um belo café... família... mesmo que meia torta (rs) reunida... bom estar cercado por pessoas que nos amam... de forma incondicional.... não importa erros... falhas.... sempre temos seu carinho... apoio... um ombro... um colo...
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E ao chegar em casa.... minhas meninas... exaustas... mais olhos vibrantes... prontas para mais uma semana.... com aquele abraço triplo.... que repõe qualquer energia perdida... e um "boa noite" cheio de carinho... amor...
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Coisas simples... mais que fazem a vida valer a pena....


Gisele Mulek

sábado, 24 de julho de 2010

Visão de Criança....


Éramos a única família no restaurante com uma criança. Eu coloquei Daniel numa cadeira para crianças e notei que todos estavam tranqüilos, comendo e conversando. De repente, Daniel gritou animado, dizendo: - "Olá, amigo!", batendo na mesa com suas mãozinhas gordas.

Seus olhos estavam bem abertos pela admiração e sua boca mostrava a falta de dentes. Com muita satisfação, ele ria, se retorcendo. Eu olhei em volta e vi a razão de seu contentamento. Era um homem andrajoso, com um casaco jogado nos ombros, sujo, engordurado e rasgado. Suas calças eram trapos com as costuras abertas até a metade, e seus dedos apareciam através do que foram, um dia, os sapatos. Sua camisa estava suja e seu cabelo não havia sido penteado por muito tempo. Seu nariz tinha tantas veias que parecia um mapa.

Estávamos um pouco longe dele para sentir seu cheiro, mas asseguro que cheirava mal. Suas mãos começaram a se mexer para saudar. - "Olá, neném. Como está você?", disse o homem a Daniel. Minha esposa e eu nos olhamos: - "Que faremos?". Daniel continuou rindo e respondeu, - "Olá, olá, amigo".

Todos no restaurante nos olharam e logo se viraram para o mendigo. O velho sujo estava incomodando nosso lindo filho. Trouxeram a comida e o homem começou a falar com o nosso filho como um bebê. Ninguém acreditava que o que o homem estava fazendo era simpático. Obviamente, ele estava bêbado. Minha esposa e eu estávamos envergonhados. Comemos em silêncio; menos Daniel que estava super inquieto e mostrando todo o seu repertório ao desconhecido, a quem conquistava com suas criancices.

Finalmente, terminamos de comer e nos dirigimos à porta. Minha esposa foi pagar a conta e eu lhe disse que nos encontraríamos no estacionamento. O velho se encontrava muito perto da porta de saída.

- "Deus meu, ajuda-me a sair daqui antes que este louco fale com Daniel", disse orando, enquanto caminhava perto do homem. Estufei um pouco o peito, tratando de sair sem respirar nem um pouco do ar que ele pudesse estar exalando. Enquanto eu fazia isto, Daniel se voltou rapidamente na direção onde estava o velho e estendeu seus braços na posição de "carrega-me". Antes que eu pudesse impedir, Daniel se jogou dos meus braços para os braços do homem. Rapidamente, o velho fedorento e o menino consumaram sua relação de amor. Daniel, num ato de total confiança, amor e submissão, recostou sua cabeça no ombro do desconhecido.

O homem fechou os olhos e pude ver lágrimas correndo por sua face. Suas velhas e maltratadas mãos, cheias de cicatrizes, dor e trabalho duro, suave, muito suavemente, acariciavam as costas de Daniel. Nunca dois seres haviam se amado tão profundamente em tão pouco tempo. Eu me detive, aterrado.

O velho homem, com Daniel em seus braços, por um momento abriu seus olhos e olhando diretamente nos meus, me disse com voz forte e segura: - "Cuide deste menino". De alguma maneira, com um imenso nó na garganta, eu respondi: - "Assim o farei".

Ele afastou Daniel de seu peito, lentamente, como se sentisse uma dor. Peguei meu filho e o velho homem me disse: - "Deus o abençoe, senhor. Você me deu um presente maravilhoso"... Não pude dizer mais que um entrecortado "obrigado". Com Daniel nos meus braços, caminhei rapidamente até o carro.

Minha esposa perguntava por que eu estava chorando e segurando Daniel tão fortemente, e por que estava dizendo: - "Deus meu, Deus meu, me perdoe". Eu acabava de presenciar o amor de Cristo através da inocência de um pequeno menino que não viu pecado, que não fez nenhum juízo; um menino que viu uma alma, enquanto uns adultos viram um montão de roupas sujas. Eu fui um cristão cego carregando um menino que não o era.

Nesse momento, esse velho andrajoso, inconscientemente, me fez recordar: “Eu asseguro que aquele que não aceite o reino de Deus como um menino, não entrará nele” Lucas 18:17.



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