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Aqui… com doçura, com paixão e alegria, vida, sorrisos, sucesso e amor; Sabedoria, esperança, caridade e diferenças; Saudades, liberdade, dúvidas e certezas; Entre amigos ou família, quem sabe outras crenças, dias de sol ou de chuva, sem frescuras… dividimos…"segredos".


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quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Romper com o passado é ser livre para viver


Da mesma forma que lembranças nos fazem viajar no tempo, colocam um brilho em nossos olhos, podem consumir nossos dias, roubar nossa paz, tirar nossa alegria. A vida é para ser vivida; não revivida.

Acontece que muita gente não dá conta disso. Se deixa consumir pelo passado. Porque o passado é intrometido. Não pede licença. Vai chegando, tomando conta, fazendo sofrer.

Todos os dias relacionamentos são destruídos pelo passado. Na tentativa de seguir juntos, fazer o namoro ou o casamento funcionar – ou até mesmo uma amizade -, as pessoas tentam perdoar, esquecer coisas que provocaram e provocam muita dor. Acontece que não conseguem fazer isso e passam a viver em função do fato que machucou.

Relacionamentos são firmados no conflito. Ninguém está isento deles. Por conta disso, as diferenças surgem, os descompassos que interrompem a trajetória planejada. Brigas, palavras ásperas, mentiras ou até traições. Tudo pode acontecer entre duas pessoas.

Por amor ou conveniência, tentam seguir juntas. Mas as lembranças estão lá. O fato passou, mas segue vivo na memória.

Sabe, o passado não se esquece; perdoa-se. A gente não aperta um botão e apaga tudo. Não existe delete das memórias. Mas temos sim a chance de escolher sofrer pelo passado ou sublimar o passado.

Quando se visita o passado, o passado se faz presente. Temos que olhar pra ele e entender: passou. Machucou? Sim. Doeu? Sim. Feriu? Sim. Mas dá pra fazer alguma coisa? Não. Dá pra voltar lá e arrumar, fazer diferente? Não. Não dá.

Então, é preciso perdoar. E perdoar não significa aceitar, tolerar. Se a mágoa é profunda demais a ponto de impedir a manutenção do relacionamento, é justo rompê-lo. Porém, se as pessoas escolheram seguir juntas, não podem fazer do presente um eterno reviver do passado. Do contrário, nunca mais serão felizes.

E o perdão não deve ocorrer pelo outro. Não se perdoa por dó, pena ou favor ao outro. É necessário sublimar a mágoa sofrida por nós mesmos. Quando perdoamos, deixamos de ser escravos do outro, das lembranças, do passado. Ficamos livres. Livres para viver o momento. Livres para construir o futuro.

Quem vive sob o jugo do passado, sofre, chora, desconfia, perde a autoestima, desenvolve rancor, ódio, desejo de vingança, torna-se ansioso e até depressivo. Ou seja, não vive para si, vive em função do outro.

A vida é única. E curta demais. Não pode ser consumida por erros que nunca são serão reparados.

Deixe o passado onde ele deve ficar, e viva o presente, pois a vida é uma infinidade de futuros..!!!




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terça-feira, 18 de novembro de 2014



(...) Muitos, preferem chamar de sorte.
Já outros, de destino.
Eu, prefiro chamar de fé.


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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Paradoxo do Nosso Tempo..


Que vida vivemos?? Usamos nosso tempo, ou somos manipulados por ele?? Que valores estamos perpetuando??

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.


Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos... Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande e de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Portanto enquanto ainda temos tempo, lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre. Lembre-se de dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre. Mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito... Pois é mandamento, ame ao próximo como a ti mesmo.. pois só podemos oferecer aquilo que temos..!!

Pense nisso, pare de sobreviver, e viva mais, antes que o tempo já não lhe de mais tempo...


Baseado no texto de George Carlin



Gisele Mulek


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