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Aqui… com doçura, com paixão e alegria, vida, sorrisos, sucesso e amor; Sabedoria, esperança, caridade e diferenças; Saudades, liberdade, dúvidas e certezas; Entre amigos ou família, quem sabe outras crenças, dias de sol ou de chuva, sem frescuras… dividimos…"segredos".


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quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Pra Mudar a Minha Vida.....



Existem pessoas que mesmo de longe nos causam sentimentos absurdos, insistem em permanecer presente, mesmo estando ausentes..!!!


Gisele Mulek

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Simples assim....



É admirável quem tem talento, inteligência e beleza... Mas lindo mesmo, é quem tem amor florescendo na simplicidade da humildade e na pureza do coração.!!


Gisele Mulek




Respeito....


Eu li esse artigo, e achei ele excelente. Ele foi escrito algumas semanas atras pelo jornalista Marcos Coimbra do Jornal Zero Hora. Eu não posso dizer que concordo com tudo… mas o principio que ele defende, a ideia por trás do que ele escreve, eu aprovo 100%. A questão abordada por ele, sobre o comportamento dos Gays, e a maneira como eles querem entrar em tudo, e impor a todo mundo o estilo de vida deles, isso eu concordo plenamente!!! Afinal como sempre digo, o direto de um, que fere o direito de outro, não é direito.!!!

Leia… você vai gostar!!! 

Gisele Mulek


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Gays de Livramento

Nunca finquei o salto da minha bota num CTG. Nunca entrei numa bombacha. Não sei andar a cavalo. Prefiro peixe a churrasco.

Sou a favor do casamento gay. Vejo homens andando de mãos dadas pelas calçadas perfeitas aqui dos Estados Unidos e acho extremamente civilizado. Sou contra qualquer tipo de discriminação sexual.

Feita essas ressalvas, gostaria que alguém me respondesse a uma questão sem qualificar a pergunta ou o perguntador, apenas para esclarecer minha mente obnubilada. A pergunta é a seguinte:

Por que esse casal gay de Santana do Livramento PRECISA casar-se num CTG?

Essas associações, os CTGs, foram feitas pra cultuar TRADIÇÕES. Esse é o objetivo. O troço se chama Centro de Tradições Gaúchas. O CTG é um clube, é uma entidade particular, privada, um CTG não é público, nem estatal. Eu, particularmente, não vou a CTG porque não tenho nenhum interesse em cultivar tradições. Eles, lá os gaudérios, eles têm.

Cerimônias de casamento heterossexuais são realizadas em CTGs, porque fazem parte das tais tradições deles. Casamentos homossexuais não fazem parte das tradições deles. Nem usar tênis. Nem cantar samba. Nem ser vegetariano.

Eu não sou vegetariano, mas eventualmente calço tênis ou canto sambas. Se quiser fazer isso, não o farei num CTG, porque nos CTGs eles não querem que as pessoas façam isso. É como ir a um casamento de camiseta. Todo mundo de terno, e eu de camiseta. Vou me sentir mal, e haverá quem ache que estou desrespeitando o casal em núpcias.

Se essas duas mulheres nubentes de Livramento fossem minhas amigas e me convidassem para o casamento delas, eu vestiria um bom terno e uma vistosa gravata, embora não goste de vestir ternos e gravatas. Faria isso por consideração a elas.

Mas elas pretendem realizar o casamento delas num Centro de TRADIÇÕES Gaúchas, embora, como já disse e todo mundo sabe, casamentos gays não façam parte das tradições gaúchas, mesmo havendo milhares, quiçá milhões de gaúchos gays, inclusive dançando a dança do pezinho nos CTGs.

Vou repetir: um centro de TRADIÇÕES é feito para que se cultuem as TRADIÇÕES. Entre as TRADIÇÕES não está entrar lá de tênis, cantar samba ou realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Logo, quem quer andar de tênis, cantar samba ou casar com alguém do mesmo sexo não fará isso num centro de TRADIÇÕES.

Quando uma juíza determina que um casamento gay seja celebrado num centro de tradições, ela está afrontando essas tradições, está afrontando a própria natureza do tal centro. Ela, a juíza, não está promovendo a tolerância, está fazendo uma provocação. Tanto é provocação que, aparentemente, gaúchos defensores das tais tradições preferiram tocar fogo no CTG a vê-lo abrigando um casamento gay. O que é uma vasta ignorância e um crime, é óbvio, mas dá bem a medida do quanto essas pessoas se sentiram insultadas.

Um casamento é um ato de amor, é uma cerimônia de congraçamento, onde deve haver harmonia e alegria. Mas esse casal quer celebrar sua união em meio à hostilidade, numa entidade em que não são realizados casamentos gays, precisamente porque lá não é um lugar de diversidade, de novidades ou modernidades: lá é um lugar de culto a tradições, e as tradições são sempre as mesmas, ou não seriam tradições. As tradições são até anacrônicas, porque não são mais desse tempo, são de outro, de um tempo que não existe mais. Só que há quem goste disso.

Por que, então, casar-se nesse lugar? Para quê?

Casem-se, gays. Casem-se! Vivam o seu amor na plenitude, andem de mãos dadas pelas ruas, como fazem os gays de Nova York e Boston, namorem, troquem beijos apaixonados, sejam felizes para sempre, e deixem os gaudérios com suas tradições, sua picanha gorda, sua milonga, sua dança do balaio e com seu passado que talvez jamais tenha acontecido. Eles estão lá no clube deles, cultuando as tradições deles, achando que o Rio Grande é o melhor lugar do mundo e que não existe homem mais homem do que o gaúcho. É para isso que serve CTG. Deixem os tradicionais com suas tradições, mesmo que sejam antiquadas.

Eles gostam! O problema é deles. O mundo já está cheio de conflitos, as confusões nos procuram. Para que ir atrás delas?

David Coimbra – 11/09/2014 – Zero Hora


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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Não perturbe o coração


"Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim." (João 14:1)

O texto é bastante conhecido. Trata-se de uma passagem que tem como cenário um diálogo de Cristo com os discípulos. Ele alerta que vai deixá-los e tenta confortá-los diante das dificuldades que enfrentaram, dá várias orientações e os lembra que um dia todos voltariam a estar juntos.

Entretanto, o que me chama atenção nesse verso são quatro mensagens que nos ensinam muito. A primeira delas é a de que, por vezes, nosso coração será perturbado. Sim, porque tem gente que acredita que a vida é cor-de-rosa e não admite a existência de problemas. Mas não é isso que o próprio Cristo diz. Quando fala “não se perturbe o coração de vocês”, Cristo deixa claro que de vez em quando “a casa cai”. Ninguém gosta de passar dificuldades, de ficar triste, ansioso… Mas isso acontece sim. E com todo mundo.

A segunda lição é de que os problemas não podem tirar nosso prazer de viver. Numa outra versão da Bíblia, a gente lê (ao invés de “não se perturbe o coração”): “não se turbe o vosso coração”. Embora o verbo seja pouco usado em nossa linguagem cotidiana, “turbar” é o mesmo que escurecer, tornar-se sombrio. Portanto, mesmo em meio ao sofrimento, nosso coração não pode se fechar para a vida. Tem gente que em meio aos problemas parece alimentar ainda mais a alma com coisas ruins.

A terceira mensagem não é literal, mas está no discurso de Jesus. Quando Ele diz “não se perturbe (ou turbe) o coração de vocês”, há uma indicação clara de que temos a opção por afundar de vez nos problemas ou caminhar pela vida com esperança. Eu sempre digo que o sofrimento chega, não dá para negá-lo. A gente sofre sim. Porém, o texto bíblico sugere que se afogar com os problemas é uma escolha nossa. Nós temos a chance de, mesmo em meio às lágrimas, olhar para a situação e dizer: vai passar!

E a última coisa que o verso me faz pensar é na importância da fé. Ter em quê confiar faz muita diferença, ter esperança de dias melhores, de que o sofrimento vai passar, de que dias melhores virão, nos ajuda a suportar a dor. Na verdade, a gente nunca sabe o que vai acontecer daqui um mês, um ano… ou dez anos. Por isso se torna difícil acreditar que as perdas de hoje serão sublimadas por conquistas que teremos ao longo da vida. Ainda assim, confiar nos conforta, nos acalma… E faz nossos olhos não se fixarem apenas na dor.

Fonte: http://ronaldonezo.com/ 



Gisele Mulek


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Química...


A gente não dá certo juntos e nem separados. Também não damos certo como um casal, nem como amigos e muito menos como meros conhecidos. A gente não da certo de maneira nenhuma! Mas temos química. Química em excesso. E talvez seja por isso que eu nunca consegui desistir de nós...!!!


Gisele Mulek

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Qual é esse tempo certo?



De uma coisa podemos ter certeza: de nada adianta querer apressar as coisas; pois tudo vem ao seu tempo, dentro do prazo que lhe foi previsto. 

É certo que a natureza humana não é muito paciente. Temos pressa em tudo e aí acontecem os atropelos do destino, aquela situação que você mesmo provoca, por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo. 

Mas alguém poderia dizer: Qual é esse tempo certo?

Bom, basta observar os sinais. Quando alguma coisa está para acontecer ou chegar até sua vida, pequenas manifestações do cotidiano enviarão sinais indicando o caminho certo. Pode ser a palavra de um amigo, um texto lido, uma observação qualquer.

Com certeza, o destino se encarregará de colocar você no lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou da pessoa certa. Basta você acreditar que nada acontece por acaso. É preciso saber esperar, e  crer!

Tente observar melhor o que está a sua volta. Com certeza alguns desses sinais já estão por perto e você nem os notou ainda. Lembre-se, que o universo sempre conspira a seu favor principalmente quando você possui um objetivo claro e uma disponibilidade real de crescimento.

Talvez seja por isso que você esteja agora lendo estas linhas.....


Um ótimo dia.!


Gisele Mulek


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