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Aqui… com doçura, com paixão e alegria, vida, sorrisos, sucesso e amor; Sabedoria, esperança, caridade e diferenças; Saudades, liberdade, dúvidas e certezas; Entre amigos ou família, quem sabe outras crenças, dias de sol ou de chuva, sem frescuras… dividimos…"segredos".


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segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Vem 2015....


Tempo de descer do salto e por os pés no chão, bagunçar o cabelo e arrumar a cabeça e o coração! Mais um ano que se vai, então que venha o novo cheio de esperanças que o melhor esta por vir! 

A todos um Feliz 2015 muita paz, amor, saúde e fé... E o resto.. Ah, deixa acontecer naturalmente rss


Gisele Mulek 



segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Inteira...


Já me contentei com amores pequenos. Já aceitei coisas que me feriam, só por medo do fim. Já esperei por ligações que nunca vinham. Já aceitei um amor declarado, mas não demonstrado. A gente erra um pouco até entender o que merece. Hoje eu olho pra trás e vejo o quanto já fui boba, coração mole demais só serve pra ser pisado. Mas não me culpo, apenas aprendi que o coração precisa andar de mãos dadas com a razão. A gente fantasia as coisas por medo da realidade. Aceita pouco por medo de não ter nada. Engole o choro e finge estar tudo bem só para satisfazer a opinião alheia. Eu não, não mais. Sou inteira, vivo de verdades e não aceito metades.!!


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terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Escute seu coração...


Sempre que houver alternativas, tenha cuidado. Não opte pelo conveniente, pelo confortável, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte pelo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências.


Gisele Mulek

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Romper com o passado é ser livre para viver


Da mesma forma que lembranças nos fazem viajar no tempo, colocam um brilho em nossos olhos, podem consumir nossos dias, roubar nossa paz, tirar nossa alegria. A vida é para ser vivida; não revivida.

Acontece que muita gente não dá conta disso. Se deixa consumir pelo passado. Porque o passado é intrometido. Não pede licença. Vai chegando, tomando conta, fazendo sofrer.

Todos os dias relacionamentos são destruídos pelo passado. Na tentativa de seguir juntos, fazer o namoro ou o casamento funcionar – ou até mesmo uma amizade -, as pessoas tentam perdoar, esquecer coisas que provocaram e provocam muita dor. Acontece que não conseguem fazer isso e passam a viver em função do fato que machucou.

Relacionamentos são firmados no conflito. Ninguém está isento deles. Por conta disso, as diferenças surgem, os descompassos que interrompem a trajetória planejada. Brigas, palavras ásperas, mentiras ou até traições. Tudo pode acontecer entre duas pessoas.

Por amor ou conveniência, tentam seguir juntas. Mas as lembranças estão lá. O fato passou, mas segue vivo na memória.

Sabe, o passado não se esquece; perdoa-se. A gente não aperta um botão e apaga tudo. Não existe delete das memórias. Mas temos sim a chance de escolher sofrer pelo passado ou sublimar o passado.

Quando se visita o passado, o passado se faz presente. Temos que olhar pra ele e entender: passou. Machucou? Sim. Doeu? Sim. Feriu? Sim. Mas dá pra fazer alguma coisa? Não. Dá pra voltar lá e arrumar, fazer diferente? Não. Não dá.

Então, é preciso perdoar. E perdoar não significa aceitar, tolerar. Se a mágoa é profunda demais a ponto de impedir a manutenção do relacionamento, é justo rompê-lo. Porém, se as pessoas escolheram seguir juntas, não podem fazer do presente um eterno reviver do passado. Do contrário, nunca mais serão felizes.

E o perdão não deve ocorrer pelo outro. Não se perdoa por dó, pena ou favor ao outro. É necessário sublimar a mágoa sofrida por nós mesmos. Quando perdoamos, deixamos de ser escravos do outro, das lembranças, do passado. Ficamos livres. Livres para viver o momento. Livres para construir o futuro.

Quem vive sob o jugo do passado, sofre, chora, desconfia, perde a autoestima, desenvolve rancor, ódio, desejo de vingança, torna-se ansioso e até depressivo. Ou seja, não vive para si, vive em função do outro.

A vida é única. E curta demais. Não pode ser consumida por erros que nunca são serão reparados.

Deixe o passado onde ele deve ficar, e viva o presente, pois a vida é uma infinidade de futuros..!!!




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terça-feira, 18 de novembro de 2014



(...) Muitos, preferem chamar de sorte.
Já outros, de destino.
Eu, prefiro chamar de fé.


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quinta-feira, 6 de novembro de 2014

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Paradoxo do Nosso Tempo..


Que vida vivemos?? Usamos nosso tempo, ou somos manipulados por ele?? Que valores estamos perpetuando??

Nós bebemos demais, gastamos sem critérios. Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.


Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores. Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente. Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.

Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho. Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio. Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.

Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos... Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.

Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos. Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande e de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.

Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados. Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'. Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.

Portanto enquanto ainda temos tempo, lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre. Lembre-se de dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer. Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.

Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre. Mas, em primeiro lugar, se ame... se ame muito... Pois é mandamento, ame ao próximo como a ti mesmo.. pois só podemos oferecer aquilo que temos..!!

Pense nisso, pare de sobreviver, e viva mais, antes que o tempo já não lhe de mais tempo...


Baseado no texto de George Carlin



Gisele Mulek


segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Eleições 2014



"Se os porcos pudessem votar, o homem com o balde seria eleito sempre, não importa quantos porcos ele já tenha abatido no recinto ao lado." 

__Orson Scott Card


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quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Porque não voto no PT..?


Quando o PT assumiu o governo alguns anos atrás o país estava em uma boa fase de estabilização econômica e social, devido à grande conquista de equilíbrio com a implantação do Plano Real.

Então podemos afirmar que foi fácil ao Sr. Lula da Silva governar um país que estava em alavancada fase de crescimento.

Mas aos poucos foi instalando-se uma disseminação de "bolsas" tirando o foco do crescimento sustentável e abrindo uma equivocada margem ao sossego remunerado, dando ao povo uma falsa ideia de crescimento e estabilidade.

E o que o seguiu-se nos anos seguintes foram sucessões de tapa buracos, o governo do PT não resolveu problemas ele simplesmente os mascarou. Prova disso é nosso índice crescimento que se instala abaixo dos demais países da América Latina ano após ano; prova disso são os constantes escândalos de corrupção e as jogadas políticas para esconder e omitir a responsabilidade dos envolvidos; prova disso é a população agindo feito rebanho no pasto, que só anda na direção em que o tocador da boiada aponta.

Aliás, é muito linda a forma que o PT trouxe soluções pro país:

O pobre não entrava na Universidade. O que o PT fez? Investiu em educação? Não, tornou as provas mais fáceis.

O analfabetismo era grande. O que o PT fez? Incentivo à leitura? Não, considerou alfabetizado aquele que sabe escrever e ler o próprio nome.

A pobreza era grande. O que o PT fez? Investiu em empregos e incentivos à produção e empreendedorismo? Não baixou a linha da pobreza e passou a considerar classe média quem ganha 300 reais.

O desemprego era pleno. O que o PT fez? Deu emprego? Não, passou a considerar como empregado quem recebe bolsa família ou não procura um emprego.

A saúde estava uma merda. O que o PT fez? Reduziu imposto em remédio, investiu em hospitais? Não, importou um monte de cubano que sequer faz a prova pra comprovar sua eficiência.

Alguém ainda tem dúvida que esse governo é uma tremenda mentira?

A chance que temos de mudar essa situação é agora, nosso voto é moeda forte.!

Eu quero a diferença que traga progresso, e você??



Gisele Mulek


terça-feira, 14 de outubro de 2014

Vazio...


Fazem meses que não te vejo, nem não falo com você. Não sei se você está bem, se está trabalhando, vivendo, sobrevivendo, sozinho, ou gostando de outro alguém.. ou se às vezes ainda sonha comigo, isso acho que não! Percebi que nada mais sei sobre você, além do que sobrou, lembranças. Recentemente vi umas fotos suas, o corte de cabelo ainda era o mesmo, o físico, o estilo de roupa. Mas tinha algo diferente... eu sei que tinha, porém, como eu poderia explicar? Era algo no seu olhar castanho modificado, como se faltasse algo por dentro de você. Era o formato dos traços do seu sorriso, como se tivesse perdido um pedaço de você… Então lembrei que, talvez o que faltava, era o pedaço de você que eu levei comigo, e não consegui devolver...... Assim falta em você.. o que sobra em mim, a saudade e a vontade de um tempo que não volta mais... vazio..!!!


Gisele Mulek


terça-feira, 7 de outubro de 2014

Dor de amor....


Assistindo um filme antigo chamado "O nome da rosa", um diálogo entre o personagem de Sean Connery e seu noviço, interpretado por Christian Slater, chamou bastante minha atenção. O experiente monge franciscano diz ao seu aluno que boa parte dos problemas do mundo seriam evitados se não existisse amor. Segundo ele, o amor – ou paixão – move os homens, excita-os a ponto de fazê-los perder a razão, e isso seria a origem de muitos conflitos. Mas após algumas constatações, reconhece: se não houvesse amor a vida seria tremendamente sem graça.

Embora pertença ao universo abstrato, o amor gera felicidade, prazer, alegria; e por outro lado, também causa decepção, dor, sofrimento. Ao mesmo tempo em que dinamiza as atividades do dia a dia e faz o cotidiano ganhar contornos cor-de-rosa, hora ou outra, rouba a paz, o sorriso e até mesmo a vontade de viver. Não raras as vezes o sujeito "trava", torna-se um ser improdutivo.

"Travada" por amor. Ou por sofrer por amor. As pessoas se escondem em si, fogem do mundo. Relacionamentos que acabam, sempre causam dor. Principalmente  para aquele que preferiria continuar junto. Pois ninguém quer perder aquele que lhe é querido, é difícil aceitar o fim. Então simplesmente a pessoa não dá conta de mais nada. Não trabalha, não estuda, não vive, não consegue fazer nada... Só espera.!

Quem olha de fora pode dizer:

- Mas o que essa pessoa está fazendo da vida dela?

Fácil, né? Olhar de fora é fácil. Julgar, idem.

Porém, só sabe a dimensão do sofrimento quem está vivendo a dor – a dor da perda, da separação, da dúvida. O mesmo amor que já fez sorrir, dançar, brincar, que fez o desafinado cantar, o tímido declarar poesia, hoje é o mesmo que produz lágrimas, tristeza e deprime.

Dor de amor paralisa a pessoa. O colorido vira cinza – quando não, negro.

Quem sofre por amor não vê razão nos seus dias. Acha até que a vida perdeu o sentido. Até a esperança do futuro parece deixar de existir. Tudo parece vazio.

A verdade… que tudo é só por um momento, que podem durar dias, semanas ou meses, mas não deixará de ser um momento de tristeza, que pode ferir a ponto de deixar marcas que vão durar por todos os anos. Por isso, enquanto dói, como acreditar que vai passar?

Mas é preciso acreditar..!! Que mesmo lembrando de uma perda, e sofrendo essa dor de amor, ainda assim haverá vida....


Gisele Mulek






quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Amor não acaba......


Amor não acaba. Filmes acabam, balas acabam, dias acabam, beijos acabam, noites acabam, chocolate acaba, o assunto acaba, a paciência acaba, a vontade acaba - desejo diminui. Mas o amor não. Ele entra em coma, fica fraco, doente e, se for o caso, morre. Pois amor não é um sentimento, ou um fato, ou um objeto. Amor é uma vida, é algo que sai da compreensão humana, científica, racional. Amor não começa e acaba. Amor nasce e morre.!!


Gisele Mulek


quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Pra Mudar a Minha Vida.....



Existem pessoas que mesmo de longe nos causam sentimentos absurdos, insistem em permanecer presente, mesmo estando ausentes..!!!


Gisele Mulek

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Simples assim....



É admirável quem tem talento, inteligência e beleza... Mas lindo mesmo, é quem tem amor florescendo na simplicidade da humildade e na pureza do coração.!!


Gisele Mulek




Respeito....


Eu li esse artigo, e achei ele excelente. Ele foi escrito algumas semanas atras pelo jornalista Marcos Coimbra do Jornal Zero Hora. Eu não posso dizer que concordo com tudo… mas o principio que ele defende, a ideia por trás do que ele escreve, eu aprovo 100%. A questão abordada por ele, sobre o comportamento dos Gays, e a maneira como eles querem entrar em tudo, e impor a todo mundo o estilo de vida deles, isso eu concordo plenamente!!! Afinal como sempre digo, o direto de um, que fere o direito de outro, não é direito.!!!

Leia… você vai gostar!!! 

Gisele Mulek


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Gays de Livramento

Nunca finquei o salto da minha bota num CTG. Nunca entrei numa bombacha. Não sei andar a cavalo. Prefiro peixe a churrasco.

Sou a favor do casamento gay. Vejo homens andando de mãos dadas pelas calçadas perfeitas aqui dos Estados Unidos e acho extremamente civilizado. Sou contra qualquer tipo de discriminação sexual.

Feita essas ressalvas, gostaria que alguém me respondesse a uma questão sem qualificar a pergunta ou o perguntador, apenas para esclarecer minha mente obnubilada. A pergunta é a seguinte:

Por que esse casal gay de Santana do Livramento PRECISA casar-se num CTG?

Essas associações, os CTGs, foram feitas pra cultuar TRADIÇÕES. Esse é o objetivo. O troço se chama Centro de Tradições Gaúchas. O CTG é um clube, é uma entidade particular, privada, um CTG não é público, nem estatal. Eu, particularmente, não vou a CTG porque não tenho nenhum interesse em cultivar tradições. Eles, lá os gaudérios, eles têm.

Cerimônias de casamento heterossexuais são realizadas em CTGs, porque fazem parte das tais tradições deles. Casamentos homossexuais não fazem parte das tradições deles. Nem usar tênis. Nem cantar samba. Nem ser vegetariano.

Eu não sou vegetariano, mas eventualmente calço tênis ou canto sambas. Se quiser fazer isso, não o farei num CTG, porque nos CTGs eles não querem que as pessoas façam isso. É como ir a um casamento de camiseta. Todo mundo de terno, e eu de camiseta. Vou me sentir mal, e haverá quem ache que estou desrespeitando o casal em núpcias.

Se essas duas mulheres nubentes de Livramento fossem minhas amigas e me convidassem para o casamento delas, eu vestiria um bom terno e uma vistosa gravata, embora não goste de vestir ternos e gravatas. Faria isso por consideração a elas.

Mas elas pretendem realizar o casamento delas num Centro de TRADIÇÕES Gaúchas, embora, como já disse e todo mundo sabe, casamentos gays não façam parte das tradições gaúchas, mesmo havendo milhares, quiçá milhões de gaúchos gays, inclusive dançando a dança do pezinho nos CTGs.

Vou repetir: um centro de TRADIÇÕES é feito para que se cultuem as TRADIÇÕES. Entre as TRADIÇÕES não está entrar lá de tênis, cantar samba ou realizar casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Logo, quem quer andar de tênis, cantar samba ou casar com alguém do mesmo sexo não fará isso num centro de TRADIÇÕES.

Quando uma juíza determina que um casamento gay seja celebrado num centro de tradições, ela está afrontando essas tradições, está afrontando a própria natureza do tal centro. Ela, a juíza, não está promovendo a tolerância, está fazendo uma provocação. Tanto é provocação que, aparentemente, gaúchos defensores das tais tradições preferiram tocar fogo no CTG a vê-lo abrigando um casamento gay. O que é uma vasta ignorância e um crime, é óbvio, mas dá bem a medida do quanto essas pessoas se sentiram insultadas.

Um casamento é um ato de amor, é uma cerimônia de congraçamento, onde deve haver harmonia e alegria. Mas esse casal quer celebrar sua união em meio à hostilidade, numa entidade em que não são realizados casamentos gays, precisamente porque lá não é um lugar de diversidade, de novidades ou modernidades: lá é um lugar de culto a tradições, e as tradições são sempre as mesmas, ou não seriam tradições. As tradições são até anacrônicas, porque não são mais desse tempo, são de outro, de um tempo que não existe mais. Só que há quem goste disso.

Por que, então, casar-se nesse lugar? Para quê?

Casem-se, gays. Casem-se! Vivam o seu amor na plenitude, andem de mãos dadas pelas ruas, como fazem os gays de Nova York e Boston, namorem, troquem beijos apaixonados, sejam felizes para sempre, e deixem os gaudérios com suas tradições, sua picanha gorda, sua milonga, sua dança do balaio e com seu passado que talvez jamais tenha acontecido. Eles estão lá no clube deles, cultuando as tradições deles, achando que o Rio Grande é o melhor lugar do mundo e que não existe homem mais homem do que o gaúcho. É para isso que serve CTG. Deixem os tradicionais com suas tradições, mesmo que sejam antiquadas.

Eles gostam! O problema é deles. O mundo já está cheio de conflitos, as confusões nos procuram. Para que ir atrás delas?

David Coimbra – 11/09/2014 – Zero Hora


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segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Não perturbe o coração


"Não se perturbe o coração de vocês. Creiam em Deus; creiam também em mim." (João 14:1)

O texto é bastante conhecido. Trata-se de uma passagem que tem como cenário um diálogo de Cristo com os discípulos. Ele alerta que vai deixá-los e tenta confortá-los diante das dificuldades que enfrentaram, dá várias orientações e os lembra que um dia todos voltariam a estar juntos.

Entretanto, o que me chama atenção nesse verso são quatro mensagens que nos ensinam muito. A primeira delas é a de que, por vezes, nosso coração será perturbado. Sim, porque tem gente que acredita que a vida é cor-de-rosa e não admite a existência de problemas. Mas não é isso que o próprio Cristo diz. Quando fala “não se perturbe o coração de vocês”, Cristo deixa claro que de vez em quando “a casa cai”. Ninguém gosta de passar dificuldades, de ficar triste, ansioso… Mas isso acontece sim. E com todo mundo.

A segunda lição é de que os problemas não podem tirar nosso prazer de viver. Numa outra versão da Bíblia, a gente lê (ao invés de “não se perturbe o coração”): “não se turbe o vosso coração”. Embora o verbo seja pouco usado em nossa linguagem cotidiana, “turbar” é o mesmo que escurecer, tornar-se sombrio. Portanto, mesmo em meio ao sofrimento, nosso coração não pode se fechar para a vida. Tem gente que em meio aos problemas parece alimentar ainda mais a alma com coisas ruins.

A terceira mensagem não é literal, mas está no discurso de Jesus. Quando Ele diz “não se perturbe (ou turbe) o coração de vocês”, há uma indicação clara de que temos a opção por afundar de vez nos problemas ou caminhar pela vida com esperança. Eu sempre digo que o sofrimento chega, não dá para negá-lo. A gente sofre sim. Porém, o texto bíblico sugere que se afogar com os problemas é uma escolha nossa. Nós temos a chance de, mesmo em meio às lágrimas, olhar para a situação e dizer: vai passar!

E a última coisa que o verso me faz pensar é na importância da fé. Ter em quê confiar faz muita diferença, ter esperança de dias melhores, de que o sofrimento vai passar, de que dias melhores virão, nos ajuda a suportar a dor. Na verdade, a gente nunca sabe o que vai acontecer daqui um mês, um ano… ou dez anos. Por isso se torna difícil acreditar que as perdas de hoje serão sublimadas por conquistas que teremos ao longo da vida. Ainda assim, confiar nos conforta, nos acalma… E faz nossos olhos não se fixarem apenas na dor.

Fonte: http://ronaldonezo.com/ 



Gisele Mulek


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Química...


A gente não dá certo juntos e nem separados. Também não damos certo como um casal, nem como amigos e muito menos como meros conhecidos. A gente não da certo de maneira nenhuma! Mas temos química. Química em excesso. E talvez seja por isso que eu nunca consegui desistir de nós...!!!


Gisele Mulek

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Qual é esse tempo certo?



De uma coisa podemos ter certeza: de nada adianta querer apressar as coisas; pois tudo vem ao seu tempo, dentro do prazo que lhe foi previsto. 

É certo que a natureza humana não é muito paciente. Temos pressa em tudo e aí acontecem os atropelos do destino, aquela situação que você mesmo provoca, por pura ansiedade de não aguardar o tempo certo. 

Mas alguém poderia dizer: Qual é esse tempo certo?

Bom, basta observar os sinais. Quando alguma coisa está para acontecer ou chegar até sua vida, pequenas manifestações do cotidiano enviarão sinais indicando o caminho certo. Pode ser a palavra de um amigo, um texto lido, uma observação qualquer.

Com certeza, o destino se encarregará de colocar você no lugar certo, na hora certa, no momento certo, diante da situação ou da pessoa certa. Basta você acreditar que nada acontece por acaso. É preciso saber esperar, e  crer!

Tente observar melhor o que está a sua volta. Com certeza alguns desses sinais já estão por perto e você nem os notou ainda. Lembre-se, que o universo sempre conspira a seu favor principalmente quando você possui um objetivo claro e uma disponibilidade real de crescimento.

Talvez seja por isso que você esteja agora lendo estas linhas.....


Um ótimo dia.!


Gisele Mulek


segunda-feira, 25 de agosto de 2014

O tempo.....


Ao apressar o tempo, as pessoas transformam amores eternos em amores rasos. Substituem os 'amores de suas vidas' rápido demais. Decoram apelidos carinhosos, compram rosas na mesma floricultura, falam os mesmos versos de amor e usam as mesmas maneiras de demonstração de afeto. Não começam novas histórias, elas apenas reescrevem em cima das antigas. 

Ninguém mais perde tempo para ser fiel ao tempo, ao sentimento. Esquecem que o tempo também precisa respirar, o sentimento precisa calar; mas as pessoas aceleram a naturalidade das coisas. Há uma ordem, mas como há liberdade para nossas escolhas, as pessoas preferem atropelar. Ninguém tem todo o tempo do mundo, mas quem apressa o tempo as vezes perde a calma, e a alma. 

Hoje as pessoas apregoam que acreditar num amor, é idiotice. Preferem sufocar o sentimento ou então suprir rapidamente com outras pessoas, mas isso é um erro. Ninguém merece ser substituído, ninguém merece esperar para sempre e ninguém merece ser alvo apenas de uma tentativa.  Se você não encerra bem uma relação, como poderá  rapidamente começar bem uma outra? 

Portanto, deixe o tempo agir, deixe o coração sarar, na vida há tempo para todas as coisas, e o que tiver de ser será.!


"Para tudo há uma ocasião certa; há um tempo certo para cada propósito debaixo do céu: Tempo de nascer e tempo de morrer, tempo de plantar e tempo de arrancar o que se plantou, tempo de matar e tempo de curar, tempo de derrubar e tempo de construir, tempo de chorar e tempo de rir, tempo de prantear e tempo de dançar, tempo de espalhar pedras e tempo de ajuntá-las, tempo de abraçar e tempo de se conter, tempo de procurar e tempo de desistir, tempo de guardar e tempo de jogar fora, tempo de rasgar e tempo de costurar, tempo de calar e tempo de falar, tempo de amar e tempo de odiar, tempo de lutar e tempo de viver em paz." Eclesiastes 3:1-8



Gisele Mulek



sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Guia prático contra arrependimentos


Achei espetacular estas considerações; não espere chegar ao final para se arrepender, aprenda já, e viva, da melhor forma que puder, viva como se hoje fosse o ultimo dia da sua vida, e amanha o primeiro.....


O dia a dia anda cheio de regras: estude em uma boa instituição, arranje um emprego respeitável, atenda às expectativas do seu chefe, dos seus amigos, do seu parceiro. Mas, no final da vida, tudo isso não vai servir para nada, palavras de quem já chegou lá.

Bronnie Ware era uma australiana com uma bem-sucedida carreira no mundo financeiro, quando se enfezou da vida. Depois de dez anos trabalhando em bancos, juntou a coragem para pedir demissão e viajar o mundo. Foi lavadora de pratos num resort em uma ilha paradisíaca, depois garçonete em um pub inglês - e terminou acompanhante de uma octagenária no interior da Inglaterra. Daí para virar enfermeira foi um passo natural, e Bronnie começou a cuidar de doentes em estado terminal, aqueles sem chance de cura. Como o trabalho era emocionalmente pesado, a australiana começou a se envolver com os pacientes e a observar um padrão. Todos os doentes reagiam de formas muito parecidas com a proximidade da morte: medo, raiva, tristeza - e sempre os mesmos arrependimentos em relação à própria vida. Bronnie começou a anotá-los. Eram eles: 


1. Eu gostaria de ter trabalhado menos.

Essa é universal. Em um mundo no qual um emprego ocupa 40 horas semanais (se você tiver sorte) e tem um significado social mais importante do que os valores morais de uma pessoa (afinal, a primeira pergunta feita quando se conhece alguém costuma ser "o que você faz?" e não "você dá esmola?"), o trabalho anda com um peso desproporcional em relação às outras questões da vida. Nunca se trabalhou tanto - o que indica que esse arrependimento é o do tempo perdido. Antropólogos estimam que nossos antepassados caçadores-coletores não trabalhavam mais do que quatro a cinco horas por dia, sempre procurando ou preparando alimentos. Na Grécia Antiga, um emprego era uma sina terrível: Homero, o autor da Odisseia, escreveu que os deuses odiavam tanto os humanos que os condenaram a trabalhar arduamente como castigo. E a condenação seguiu por milênios. A nossa relação com o trabalho só mudou no século 16, com a ética protestante, aquela que mede o destino das almas depois da morte com base no sucesso profissional durante a vida. Ela foi a culpada por colocar o trabalho no centro da vida das pessoas, onde permaneceu até hoje. Mas há uma crise na nossa relação com o trabalho. De acordo com uma pesquisa da consultoria americana Mercer, feita com mais de 1.200 empregados, 56% dos brasileiros afirmam que consideram seriamente pedir demissão. Para os trabalhadores do Brasil, o principal fator motivacional é o tipo de emprego que ele faz. E é ele que está em conflito. Segundo o filosófo-pop francês Alain de Botton, a crise com o emprego que estamos vivendo é a da falta de sentido. Antigamente, pessoas faziam ou realizavam algo com o seu trabalho: eram padeiros, costureiros, vendedores. Esse tipo de ocupação, que tem uma relação direta com o produto final, quase desapareceu: foi substituído por trabalhos mais segmentados e burocráticos dentro de grandes empresas. É só procurar exemplos na lista de cargos na empresa onde trabalho - o que faz um "gerente de operações pleno" ou um "analista de infraestrutura júnior"? Certamente, algo menos palpável que pão ou roupa. "Procuramos um significado no nosso trabalho, uma sensação de que deixamos alguém melhor com o que fazemos. Ele deveria ser uma chance de criar algo que é mais sólido do que o resto das nossas vidas", diz de Botton, em uma palestra sobre seu livro Os Prazeres e Desprazeres do Trabalho. Deveria, mas, na maior parte dos casos, não é. Ainda assim, poucas são as pessoas que resolvem dedicar menos tempo e energia a seus empregos. A própria Bronnie sentiu isso na pele. "É mais difícil largar a rotina do trabalho do que o trabalho em si. O emprego vira uma grande parte da identidade das pessoas, ao ponto de que não sabem mais quem são longe dele", diz. Essa crise de identidade nos leva ao arrependimento número 2.


2. Eu queria ter tido a coragem de viver a vida que eu desejava, e não a que os outros esperavam de mim.

O ser humano é um animal social. Só chegamos aqui, depois de milênios de evolução, porque aprendemos a criar e manter alianças - seja para caçar comida nos tempos da caverna, seja para fundar impérios ao longo da História, seja para arranjar trabalho e ter com quem conversar no Facebook hoje em dia. Isso quer dizer que buscamos manter e fortalecer relações sociais - e, para isso, queremos agradar e ser aceitos. Uma pesquisa da Universidade de Minnesota testou esse nosso comportamento. Primeiro, colocou voluntários para conversar com mulheres que eles não podiam ver, por meio de microfones. Depois, disse a metade deles que iriam bater papo com moças muito bonitas e, para a outra metade, que seriam mulheres, digamos, menos estonteantes. Imediatamente, os homens que julgavam falar com beldades começaram a ser gentis e engraçados - queriam agradar as moças. Mas o que surpreendeu é que as mulheres do outro lado da linha começaram a entrar no jogo: conversavam como se fossem realmente mais bonitas do que as outras, sem nem saber que haviam sido classificadas assim. Ou seja, atendiam às expectativas dos voluntários. Agimos assim o tempo todo, das coisas banais do dia a dia, como rir da piada sem graça de um amigo, às grandes escolhas de vida, como decidir que carreira seguir. "As pessoas não tomam decisões por si, tomam pelos outros, porque querem ser queridas. Assim, a felicidade acaba na mão de terceiros", diz Ana Claudia Arantes, geriatra especializada em cuidados paliativos, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo. O problema é que fazer o que os outros esperam de você tem um lado pernicioso: na verdade, não deixa ninguém feliz. Um estudo da Universidade Estadual da Flórida que analisou seis pesquisas diferentes sobre o assunto, concluiu que quem busca o tempo todo a aprovação dos outros, tem mais chance de desenvolver depressão. Esforçam-se tanto para agradar que se perdem no meio do processo. E, claro, não conseguem fazer o que realmente têm vontade: trabalhar menos, por exemplo, dizer "não" ou...


3 e 4. Eu queria ter expressado mais meus sentimentos e queria ter mantido contato com meus amigos.

Não ter dito "eu te amo" e ter passado pouco tempo com as pessoas queridas são dois arrependimentos que conversam entre si - e são dois dos mais importantes também. E não é a SUPER que diz isso, é o maior estudo de psicologia já feito. O Grant Study ("Grande Estudo", em português) é uma pesquisa que acompanha a vida de 268 ex-alunos de Harvard desde 1937 até os dias de hoje, e que mede todos os fatores de suas biografias para recolher dados sobre saúde, bem-estar e escolhas de vida. E chegou a uma conclusão impressionante: aos 47 anos, o fator que mais previa a saúde e a felicidade de uma pessoa na velhice eram as relações sociais que ela mantinha. Era, claro, o fato de ter um marido ou uma esposa, mas era principalmente a quantidade de amigos que eles cultivaram ao longo dos anos. O estudo concluiu que idosos de 70 anos com amigos tinham 22% a mais de chance de chegar à oitava década. E mais: outro estudo mostrou que quem tem o hábito de dizer a pessoas próximas como elas são importantes se sente 48% mais satisfeito com as relações que mantém. "Os amigos nos dão um senso de identidade - ajudam a nos tornar algo maior do que nós mesmos e a definir quem somos. Não precisamos somente de relações humanas. Precisamos de amigos muito próximos", diz Ed Diener, professor de psicologia da Universidade de Illinois, especialista em felicidade. O que nos leva a...


5. Eu queria ter sido mais feliz.

Essa é de partir o coração. Chegar ao final da vida com esse remorso é mais comum do que parece. Para Diener, que estuda a felicidade há três décadas, ser feliz depende em grande parte das escolhas que fazemos - e não só de alguns poucos eventos de sorte esporádicos. Ou seja, seria bom parar de levar a vida no automático e exercer a felicidade. Pare de confirmar presença no aniversário do amigo no Facebook - e vá de fato. Junte a coragem de dizer para o seu parceiro que você na verdade odeia filmes europeus e prefere ver a sequência do último Homem de Ferro. E ninguém vai morrer se você deixar seu trabalho um pouco de lado de vez em quando (um alô para meu chefe que esperou três meses para essa reportagem ficar pronta). Para Bronnie, as reações de seus pacientes valem ouro: são um guia prático contra arrependimentos. "Como os conselhos vêm de pessoas que estão se preparando para morrer, servem como autorização para você mudar a sua vida também." Está esperando o quê?


Pode ser que você não queira pensar nisso agora ou talvez que você já esteja lá. Mas a verdade é que todos vamos envelhecer. Melhor então é não se arrepender no final.



Um ótimo final de semana...


Gisele Mulek


segunda-feira, 4 de agosto de 2014

Moça..


"Lá está ela, mais uma vez. Não sei, não vou saber, não dá pra entender como ela não se cansa disso. Sabe que tudo acontece como um jogo, se é de azar ou de sorte, não dá pra prever. Ou melhor, até se pode prever, mas ela dispensa. Acredito que essa moça, no fundo gosta dessas coisas. De se apaixonar, de se jogar num rio onde ela não sabe se consegue nadar. Ela não desiste e leva bóias. E se ela se afogar, se recupera. Estranho e que ela já apanhou demais da vida. Essa moça tem relacionamentos estranhos, acho que ela está condicionada a ser uma pessoa substituta. E quem não é? A gente sempre acha que é especial na vida de alguém, mas o que te garante que você não está somente servindo pra tapar buracos, servindo de curativo pras feridas antigas? A moça… ela muito amou, ama, amará, e muito se machuca também. Porque amar também é isso, não? Dar o seu melhor pra curar outra pessoa de todos os golpes, até que ela fique bem e te deixe pra trás, fraco e sangrando. Daí você espera por alguém que venha te curar. Às vezes esse alguém aparece, outras vezes, não. E pra ela? Por quem ela espera? E assim, aos poucos, ela se esquece dos socos, pontapés, golpes baixos que a vida lhe deu, lhe dará. A moça – que não era Capitu, mas também têm olhos de ressaca – levanta e segue em frente. Não por ser forte, e sim pelo contrário… Por saber que é fraca o bastante para não conseguir ter ódio no seu coração, na sua alma, na sua essência. E ama, sabendo que vai chorar muitas vezes ainda. Afinal, foi chorando que ela, você e todos os outros, vieram ao mundo.”


Caio Fernando Abreu


*****






quarta-feira, 16 de julho de 2014

Sou assim.....




Sou aquela que não foge da chuva, que não se importa de errar a rua, que senta debaixo de um céu estrelado só para admirar a lua...!!! E não me olha assim sou tímida rss... mas tenho o riso fácil rss.. sem muita explicação.. sou assim. Sou essa potencialização de sentimentos. Hora explodo para não implodir, hora nada detono. Sou intensa. Sou pura sensibilidade. Sou impulsiva. Sou completamente destemida. Sou contrária a certas regras impostas onde fortes são os que não se curvam. Sou flexível. Sou frágil, quebro a toa, mas sou teimosa, me conserto, remendo, emendo, colo, costuro... Sou criativa..! Sou essa falta de vergonha de dizer quem sou, pois simplesmente sou.. E não me peça pra mudar.. Eu sou assim, metade grande e a outra metade? Crescendo....!






terça-feira, 15 de julho de 2014

Cada dia é um novo dia

A sorte é uma predisposição para perceber e aproveitar as ocasiões favoráveis. Elas surgem quando menos se espera, e encontra mais facilmente quem está preparado. Assim, quem aproveita seu tempo desde cedo, fazendo tudo com exatidão, terá mais chance de sucesso. Um pescador para ter sorte na sua pescaria, precisa antes de tudo, preparar seu equipamento, ficar atento ao tempo e a seus sinais na atmosfera, sair no momento oportuno, esperar com paciência até que o peixe apareça.

Sua sorte foi resultado de toda uma preparação feita com precisão nos detalhes. Se ele preferisse ficar dormindo, sua pescaria seria um fracasso. Ficar esperando a sorte sem fazer nada, também nada vai acontecer, pois ela é resultado de nosso empenho, precisão e fé. Faça sempre o melhor que puder, para que a sorte te encontre preparado.

Cada dia é um novo dia. É melhor ter sorte. Mas eu prefiro ser preciso. Então, quando a sorte vier, eu já estarei preparado.


Tenham todos uma boa semana.


Gisele Mulek




domingo, 13 de julho de 2014

Esperei por você...


Esperei que o sentimento falasse mais alto que que o orgulho, esperei por seu pedido de desculpas, esperei por seu perdão, eu juro, esperei.... Mas o que vi foi você pisar no que eu ousei sentir.! 

Esperei você vir dizer que tudo não passou de um pesadelo. Eu corri pra atender o telefone, na esperança de que era você pra me dizer que tudo não passou de uma brincadeira de mal gosto. Mas o que vi foi você ir embora sem olhar pela fresta da porta, enquanto o mundo desabou sobre mim, pois eu confiei meu coração a você e isso foi um erro que me deixou com cicatrizes profundas.

A cada dia resisti á vontade de te ligar e dizer que você foi a pessoa que mais me machucou em toda minha vida. Acordei por várias manhãs querendo não ter acordado. Ah, as manhãs eram infinitamente piores que as noites. Nas noites eu conseguia bloquear os pensamentos, mas eles voltavam com força dobrada nas manhãs. Era um choque de realidade. De manhã eu percebia que tudo não era um pesadelo, de manhã toda a verdade caia sobre mim. 

Eu esperei inutilmente uma intervenção divina de poder voltar no tempo onde você e suas mentiras não tinham se aproximado de mim e manchado a imagem bonita que eu tinha sobre o amor. Esperei, juro que esperei estar errada, mas infelizmente, admito meu erro, esperei muito, de alguém que tinha menos que nada para oferecer...

Hoje tudo que espero é não encontrar ninguém como você novamente em minha vida. Pra não manchar o que eu ainda levo de bonito no peito, nem estragar o amor que eu ainda acredito. Pra não machucar de novo esse coração que bate fraco por amar errado...! 



Gisele Mulek 



quarta-feira, 9 de julho de 2014

Você aprende....


"Depois de um tempo você aprende a diferença, a sutil diferença, entre dar a mão e acorrentar uma alma.

E você aprende que amar não significa apoiar-se e que companhia nem sempre significa segurança e começa a aprender que beijos não são contratos e presentes, não são promessas. E começa aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante, com a graça de uma criança...

E aprende a construir todas as suas estradas no hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.

Depois de um tempo, você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.

E aprende que não importa o quanto você se importe, algumas pessoas simplesmente não se importam. E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa, ela vai ferí-lo de vez em quando e você precisa perdoá-lo por isso.

Aprende que falar pode aliviar dores emocionais. Descobre que leva-se anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la. Que você pode fazer coisas em um instante, das quais se arrependerá pelo resto da vida.

Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias. E o que importa não é o que você tem na vida, mas quem você tem na vida. E que os bons amigos são a família que nos permite escolher.

Aprende que não temos que mudar de amigos se compreendermos que os amigos mudam. Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa, ou nada, e terem bons momentos juntos.

Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa - por isso, sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas, pode ser a última vez que as vejamos.

Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós, mas nós somos responsáveis por nós mesmos. Começa a aprender que não se deve comparar com os outros, mas com o melhor que você pode ser.

Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que se quer ser e que o tempo é curto. Aprende que não importa onde já chegou, mas onde está indo, mas se você não sabe para onde está indo, qualquer lugar serve.

Aprende que ou você controla seus atos ou eles o controlarão e que ser flexível não significa ser fraco ou não ter responsabilidade; sempre existe os dois lados.

Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer, enfrentando as consequências. Aprende que paciência requer muita prática. Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai, é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.

Aprende que a maturidade tem mais a ver com os tipos de experiências que se teve e o que você aprendeu com elas, do que com quantos aniversários você celebrou. Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.

Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que os sonhos são bobagens. Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se elas acreditassem nisso. 

Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva, mas isso não lhe dá o direito de ser cruel. Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame, não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode, pois existem pessoas que nos amam, mas simplesmente não sabe como demonstrar ou viver isso.

Aprende com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado. 

Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não para, para que você o conserte.

Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. Portanto plante seu jardim e decore sua alma ao invés de esperar que alguém lhe traga flores.

E você aprende que realmente pode suportar...

Que realmente é forte e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não pode mais. E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida."

William Shakespeare





Sublime, e assim a gente segue vivendo e aprendendo..!!!


Gisele Mulek



quarta-feira, 2 de julho de 2014

Na força da fé....


Sou forte porque já estive fraca, sou livre porque venci grilhões, estou defensiva porque cansei da hipocrisia, esbanjo sorrisos porque já mergulhei em mar de lagrimas, vivo o melhor que posso hoje porque o amanha não me é garantido...!!!


Gisele Mulek


quinta-feira, 26 de junho de 2014

Recomecei.....


Me desfiz de sonhos que não se cumpriram. Abandonei. Recuei. Me arrependi. Voltei. Cresci. Alcei novos voos. Arrisquei. Movi. Assumi as rédeas da vida que eu quis para mim. Transformei. Perdi. Ganhei. Fiz escolhas boas e fui feliz. E fiz escolhas mal feitas, e claro, paguei bem alto por isso. Chorei, sorri, renunciei, tive respostas da vida que jamais imaginei. Silenciei e agradeci. Em fim, recomecei.!

Gisele Mulek


terça-feira, 24 de junho de 2014

Infância....


Li este texto e achei fantástico lembrar minha infância, por isso decidi compartilhar, espero que te faça sorrir...!!


"De acordo com os reguladores e burocratas de hoje, todos nós que nascemos nos anos 60, 70 e princípios de 80, não devíamos ter sobrevivido até hoje, porque as nossas caminhas de bebê eram pintadas com cores bonitas mas, em tinta à base de chumbo, altamente tóxicas, que nós muitas vezes lambíamos e mordíamos.

Não tínhamos frascos de medicamentos com tampas à prova de crianças, ou fechos nos armários e podíamos brincar com as panelas numa boa. Quando andávamos de bicicleta, não usávamos capacetes, cotoveleiras e joelheiras, e olha que mertiolate ardia mais do que ácido!

Quando éramos pequenos viajávamos em carros sem cintos de segurança e airbags, ir no banco da frente era um bônus. Bebíamos água da mangueira do jardim e não de garrafa, que na época nem vendia. Comíamos batatas fritas, pão com manteiga e outras porcarias mas dificilmente engordávamos porque estávamos sempre loucos para brincar na rua com os amigos.

Partilhávamos garrafas e copos com dezenas de colegas e nunca morremos disso. Passávamos horas a fazer carrinhos de rolamentos e depois andávamos a grande velocidade pela rua mais íngreme, para só depois nos lembrarmos que esquecemos de montar algum tipo de freio. Saíamos de casa de manhã e brincávamos o dia todo, desde que estivéssemos em casa antes de escurecer.

Estávamos incontactáveis e ninguém se importava com isso.

Não tínhamos Play Station, X Box, nada de 100 canais de televisão, filmes de vídeo, home cinema, celulares, computadores, DVD, Chat na Internet. A Tv pegava no máximo globo, sbt e manchete! Tínhamos amigos e para vê-los era só ir pra rua. Caíamos de muros e de árvores, nos cortávamos, até partíamos ossos, apertávamos as campainhas dos vizinhos, fugíamos e tínhamos mesmo medo de sermos apanhados.

Tudo isso sem ninguém processar ninguém!

Íamos a pé para casa dos amigos. Acreditem ou não íamos a pé para a escola; não esperávamos que a mamãe ou o papai nos levassem. Criávamos jogos com simples paus e bolas. Se infringíssemos a lei era impensável os nossos pais nos safarem. Eles estavam era do lado da lei....

Para todos os outros que não têm a idade suficiente, pensei que gostariam de ler acerca de nós. 
Isto, meus amigos é surpreendentemente medonho… E talvez ponha um sorriso nos vossos lábios. 
A maioria dos estudantes que estão hoje nas universidades e nasceram em 1986, ou depois, chamam-se “jovens”!

Nunca ouviram “we are the world”. 
Para vocês sempre houve uma só Alemanha e um só Vietnã. 
O HIV sempre existiu. 
Os CD’s sempre existiram. 
O Michael Jackson sempre foi branco. 
Para eles o John Travolta sempre foi redondo e não conseguem imaginar que aquele gordo foi um Deus da dança. 
Acreditam que “Missão impossível” e “As Panteras” são filmes da atualidade. 
Não conseguem imaginar a vida sem computadores. 
Não acreditam que houve televisão preto e branco e quem tinha era rico....

E assim vai..."


Posso ainda acrescentar: Não existia bullying, e todo mundo tinha um amigo fofo, gordo, bolão, nego, tição, magrão, magrela, branquela, polaco; não teve lei da palmada mais tinha a cinta, o chinelo e a vara de marmelo, e jamais fomos isentos de obrigações, podiamos ir trabalhar o quanto antes possível, estudar era como religião; e foi assim que esta geração produziu alguns dos melhores inventores e empreendedores da atualidade. Os últimos 50 anos têm sido uma explosão de inovação com ideias geniais. Pois tínhamos imaginação e liberdade para viver, seja com fracasso ou sucesso, eramos ensinados a ter responsabilidade e ousadia e aprendemos a lidar com tudo.

És um deles?

Parabéns!

Hoje você pode até sentir-se velho, mas com certeza pode dizer que viveu uma infância maravilhosa e feliz...!!!

Um ótima e abençoada semana a todos..!!!



Gisele Mulek


segunda-feira, 16 de junho de 2014

Declare seu amor.....


Enquanto suas pernas estão firmes, corra ao encontro das pessoas que ama. Enquanto seus braços estão fortes, enlace os seus amores, bem junto ao coração. Enquanto sua mente está ágil e lúcida, escreva poemas, bilhetes, cartas e expresse todo o seu amor. Enquanto sua voz soa forte e generosa, não deixe de falar com seus familiares, amigos, colegas. Cante, grite, sussurre palavras de afeto, de entusiasmo, de incentivo. E nunca, nunca se envergonhe de declarar: Eu amo você... !


♥♥♥♥♥



sábado, 14 de junho de 2014

Presentes para você...


Esta semana em uma conversa muito construtiva com minha filha, chegamos a uma opinião em comum: que é melhor estar em paz, do que ter razão. Nem sempre é necessário impor a nossa verdade aos outros, é preciso apenas que a gente acredite nela para que nossa consciência esteja em paz. 

Algumas vezes na minha vida já ouvi: "você é coração mole" a "você é coração bobo" pois hoje posso dizer que sou sim, mas prefiro ter esse "defeito" e perdoar mesmo quando as pessoas não mereçam, do que ficar carregando um peso desnecessário dentro de mim, não gosto de estar aborrecida.

A vida nos oferece presentes a cada dia e a maioria deles nos são ofertados pelas pessoas que nos cercam ou que de alguma forma fazem parte de nossas vidas, alguns são simples e são entregues até sem embrulho (estes geralmente são os melhores), outros sofisticados, outros valem só a embalagem, outros velhos, feios e sem valor.

Mas, independente de como sejam, cabe a mim aceitar ou não..!!!

Tenho aprendido que não precisamos aceitar tudo o que recebemos, aprendido a deletar aquilo que não me faz bem, aprendido a ignorar a inveja e tudo que me põe para baixo; pois as vezes as pessoas descarregam sobre nos suas frustrações e insucessos, descontando suas magos e rancores, nos sobrecarregando de energia negativa, mesmo que de forma inconsciente, tentam nos atingir com seus desabores e desamores. Por isso dia após dia vou rejeitando estes presentes.

Pois existe tanta coisa boa que recebemos, precisamos apenas estar mais atentos a elas, assim, prefiro aceitar a amizade sincera, o abraço que acolhe sem cobranças, o desabafo que se torna conversa que edifica, a lagrima que se transforma em sorriso, as criticas construtivas, a amor sincero, os olhares do bem, estas entre outras tantas coisas boas que recebemos todos os dias; isso nos faz afortunados de verdade, nos limpa a alma, e até trás uma saúde melhor ao nosso corpo físico e a nossa mente.

Portanto ofereça sempre o seu melhor, aceite e guarde apenas aquilo que te faz realmente feliz...!!!



Um ótimo final de semana.



Gisele Mulek


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