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Aqui… com doçura, com paixão e alegria, vida, sorrisos, sucesso e amor; Sabedoria, esperança, caridade e diferenças; Saudades, liberdade, dúvidas e certezas; Entre amigos ou família, quem sabe outras crenças, dias de sol ou de chuva, sem frescuras… dividimos…"segredos".


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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Bom Natal e um Feliz Ano Novo..!!



É... chegamos a mais um fim de ano.

Deixando para trás mais um ano “velho” e na expectativa de mais um ano “novo”.

E o que terá de novo??

Muitos afirmam que quase nada muda, afinal são apenas datas, tempos, e que geralmente continuamos os mesmo. Pois passamos um ano inteiro correndo, trabalhando, estudando, sem tempo, sem dinheiro (rs), e assim vai, e sempre chegamos ao final do ano com a mesma expectativa de que tudo será diferente.

Mais na verdade para que seja diferente temos que "ser" diferentes, como se diz "nos devemos ser a mudança que queremos ver", não adianta desejarmos resultados diferentes se continuamos sempre com as mesmas ações, e as mesmas atitudes.

A começar pelo ultimo mês do ano, estes dias li uma pesquisa que dizia ser este o mês mais estressante. E não dá para discordar. Este é um período de festas e alegria, mas também é muito cansativo. Encontramo-nos esgotados.

E assim acabamos muitas vezes por esquecer o que este período realmente representa, tamanha pressão nos faz ignorar o que haveria de mais significativo nessa data: as pessoas que amamos.

Presenteamos, mas não tocamos; rimos juntos, mas ignoramos suas dores; falamos muito, mas não ouvimos. E tudo passa depressa… E quando acordarmos, já será janeiro e um novo ano terá começado.!!

E o que muda??

Em fim, deixo aqui esse recado: pare.. respire.. pense o que realmente importa em sua vida, coisas se perdem, passam, perdem valor, o que fica é a amizade sincera, o amor verdadeiro, a família, a fé, e a esperança de um mundo melhor para nos e para os nossos.


Então que venha 2012..!!

Desejo a todos um Bom Natal e um Feliz Ano Novo..!!

Estarei ausente por alguns dias devido minha mudança de endereço.. e também a minha viagem de férias...!!

Um caloroso abraço... e até a volta!!!


Gisele Mulek



quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Amar é para poucos...


Amar é para poucos
Por Ivan Martins

Você já esteve apaixonada por algém incapaz de gostar?

A capacidade de amar, assim como a coragem ou a inteligência, não é do mesmo tamanho em todos nós. Eu sou forçado a lembrar disso todo vez que converso com S., uma amiga de Brasília que é, possivelmente, a mulher mais apaixonada do mundo.

Quando falamos, na semana passada, ela estava em preparativos para um novo casamento. Conheceu o rapaz há poucos meses, está profundamente envolvida e, sem temor aparente, se prepara para iniciar uma vida comum. Não é a primeira vez que ela faz isso e é provável que não seja a última, mas, assim como no passado, avança para o casamento com a convicção tranquila de que, se alguma coisa der errada, não será por falta de amor, lealdade e dedicação da parte dela.

Ao contrário da minha amiga, que tem uma facilidade até exagerada de se vincular, muitos de nós sofremos do oposto: uma enorme dificuldade em criar ligações profundas e verdadeiras. O sintoma mais comum é que vivemos atormentados por dúvidas sobre a intensidade e a profundidade dos nossos sentimentos. Quem tem uma conexão emocional profunda não se pergunta a todo o momento se deveria seguir em frente ou tentar com outra pessoa.

Muitos acham difícil construir mesmo essa ponte precária em direção aos outros. Há pessoas para quem o ato de se entregar emocionalmente nem existe. Elas sentem-se de alguma forma isoladas mesmo sendo parte de um casal. Gostam, compartilham, respeitam, transam intensa e prazerosamente, mas não se sentem vinculadas. Há uma barreira invisível de privacidade que jamais é rompida. Persiste a sensação de que o outro é fundamentalmente um estranho. A delícia de sentir-se íntimo, que na minha amiga é natural como respirar, nunca foi experimentado de forma duradoura por milhões de pessoas.

Quando penso em mim e nas pessoas que conheço intimamente, me parece que existe uma progressão que vai dos apaixonados incondicionais às pessoas que não conseguem se vincular – e que a maioria de nós se encontra emocionalmente em algum ponto entre esses dois extremos. Temos graus variáveis de dificuldade para amar e sair de nós mesmos, mitigados por períodos de entrega e arrebatamento.

De qualquer forma, a ideia de que somos todos iguais diante do amor, e que a única dificuldade está em encontrá-lo, me parece falsa – ou pelo menos exagerada. Postos diante da possibilidade do amor, uns não conseguirão reconhecê-lo e outros terão impulso de afastar-se. Poucos serão capazes de abraçá-lo assim que ele virar a esquina. Somos diferentes também nisso.

Se pensarmos na dificuldade de se vincular como um problema, ele talvez seja mais comum entre os homens (embora eu conheça mulheres que também preferem manter-se a uma distância emocional segura). Quantos caras você conhece que trocam periodicamente de parceiras sem estabelecer um vínculo real com qualquer uma delas? Esse tipo de comportamento pode ser tanto o resultado de uma opção social quanto de uma deficiência emocional. Talvez haja alguma verdade no clichê rancoroso sobre “homens incapazes de amar”.

As causas dessas dificuldades são, para mim, insondáveis, mas me parece óbvio que o caos interior e a ansiedade em que boa parte de nós vive não ajuda a gostar de ninguém. Como criaturas tão atormentadas por seus próprios demônios conseguiriam reunir a atenção e a generosidade que o amor exige? É fácil proclamar-se apaixonado ou apaixonada a cada esquina, de forma imaginária e histérica. Mas manter um afeto duradouro na vida real exige mais do que pirotecnia e rock and roll. Exige sentimentos profundos que alguns de nós não são capazes de oferecer.

As consequências da dificuldade de amar são óbvias. A primeira é o sofrimento que ela impõe aos parceiros. É duro lidar com alguém que não está 100% ali. É chato confrontar-se com a hesitação de quem não sabe o que sente. Dói lidar com a aspereza de quem não consegue se coloca na pele do outro – ou não permite que o outro entre sob a sua própria pele.

É evidente, também, que gente com dificuldade em se entregar não tem relações satisfatórias. Para que elas existam, os laços afetivos têm de estar ancorados em algo mais sólido do que os nossos desejos imediatos, que variam de um dia para o outro. Mas a criação de laços duradouros não se faz por um ato de vontade. É preciso ser capaz de gostar, amar e confiar. É preciso sentir-se parte de algo - e alguns de nós, muitos de nós, não conseguem sentir-se parte de coisa nenhuma.

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/11/amar-e-para-poucos.html




sábado, 17 de dezembro de 2011

Tempo....


Tempo perde a noção do tempo quando se ama
A vida ganha sentindo de vida quando se ama
As horas voam quando se ama porque se ama sem cronogramas

Sorriso vem fácil quando se ama porque a tristeza some
Pensamentos se perdem com tanta coisa linda de se pensar
Ganha-se eixo quando se ama tudo se converge ao bem

Gente vira criança empolgada sem maldade quando a gente mesmo adulto ama
Coração acelera aperta pulsa quando a gente pensa em quem ama
A distância encurta porque coração aproxima a pessoa que a gente ama

Quando a gente ama... simplesmente ama..!!!


quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Grandeza...


É melhor a verdade que dói do que a mentira que produz falso alívio.

A grandeza de um ser humano não está no quanto ele sabe mas no quanto ele tem consciência que não sabe.

O destino não é frequentemente inevitável, mas uma questão de escolha. Quem faz escolha, escreve sua própria história, constrói seus próprios caminhos.

Os sonhos não determinam o lugar onde você vai chegar, mas produzem a força necessária para tirá-lo do lugar em que você esta.

Então sonhe com as estrelas para que você possa pisar pelo menos na Lua. Sonhe com a Lua para que você possam pisar pelo menos nos altos montes.

Sonhe com os altos montes para que você possam ter dignidade quando atravessarem os vales das perdas e das frustrações.

Uma pessoa inteligente aprende a matemática numérica, uma pessoa fascinante vai além, aprende a matemática da emoção, que não tem conta exata e que rompe a regra da lógica.

Nessa matemática você só aprende a multiplicar quando aprende a dividir, só consegue ganhar quando aprende a perder, só consegue receber, quando aprende a se doar.

Uma pessoa inteligente aprende com os seus erros, uma pessoa sábia vai além, aprende com os erros dos outros, pois é uma grande observadora.

Procure um grande amor na vida e cultivem-no. Pois, sem amor, a vida se torna um rio sem nascente, um mar sem ondas, uma história sem aventura!

Mas, nunca esqueçam, em primeiro lugar tenham um caso de amor consigo mesmos.


Por, Agusto Cury

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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

O Tempo de Deus


Um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e de molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho. Uma pessoa intrigada com aquele comportamento perguntou-lhe qual a razão daquele hábito. O nadador sorriu, e respondeu:

- Há alguns anos eu era um professor de natação que ensinava a nadar e a saltar do trampolim. Certa noite, eu não conseguia dormir, e fui até a piscina para nadar um pouco. Não acendi a luz, pois a lua brilhava através do teto de vidro do clube.

Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra na parede da frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando minha imagem. Nesse momento pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado.

Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido na cruz para nos salvar pelo seu precioso sangue. Naquele momento, as palavras daquele ensinamento me vieram à mente e me fizeram recordar do que eu havia aprendido sobre a morte de Jesus. Não sei quanto tempo fiquei ali parado com os braços estendidos.

Finalmente, desci do trampolim e fui até a escada para entrar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso do fundo da piscina. Haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. Tremi todo, e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado seria meu último salto.

Naquela noite a imagem da cruz na parede salvou a minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus, que ajoelhei na beira da piscina, confessei os meus pecados e me entreguei a Ele, consciente de que foi exatamente em uma cruz que Jesus morreu para me salvar. Naquela noite, fui salvo duas vezes e, para nunca mais me esquecer, sempre que vou até piscina molho o dedão do pé antes de saltar na água...

Deus tem um plano na vida de cada um de nós e não adianta querermos apressar ou retardar os acontecimentos, pois tudo acontecerá no seu devido tempo, e esse tempo é o "Tempo de Deus", e não o nosso!

"Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. Há tempo de nascer, e tempo de morrer; tempo de plantar, e tempo de arrancar o que se plantou; Tempo de matar, e tempo de curar; tempo de derrubar, e tempo de edificar; Tempo de chorar, e tempo de rir; tempo de prantear, e tempo de dançar; Tempo de espalhar pedras, e tempo de ajuntar pedras; tempo de abraçar, e tempo de afastar-se de abraçar; Tempo de buscar, e tempo de perder; tempo de guardar, e tempo de lançar fora; Tempo de rasgar, e tempo de coser; tempo de estar calado, e tempo de falar; Tempo de amar, e tempo de odiar; tempo de guerra, e tempo de paz". Eclesiastes 3:1 a 8.


Uma abençoada semana a todos..!!

Gisele Mulek
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