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Aqui… com doçura, com paixão e alegria, vida, sorrisos, sucesso e amor; Sabedoria, esperança, caridade e diferenças; Saudades, liberdade, dúvidas e certezas; Entre amigos ou família, quem sabe outras crenças, dias de sol ou de chuva, sem frescuras… dividimos…"segredos".


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domingo, 27 de fevereiro de 2011

Simplesmente viva o hoje...


O dia mais belo: hoje
A coisa mais fácil: errar
O maior obstáculo: o medo
O maior erro: o abandono
A raiz de todos os males: o egoísmo
A distração mais bela: o trabalho
A pior derrota: o desânimo
Os melhores professores: as crianças
A primeira necessidade: comunicar-se
O que traz felicidade: ser útil aos demais
O pior defeito: o mau humor
A pessoa mais perigosa: a mentirosa
O pior sentimento: o rancor
O presente mais belo: o perdão
o mais imprescindível: o lar
A rota mais rápida: o caminho certo
A sensação mais agradável: a paz interior
A maior proteção efetiva: o sorriso
O maior remédio: o otimismo
A maior satisfação: o dever cumprido
A força mais potente do mundo: a fé
As pessoas mais necessárias: os pais
A mais bela de todas as coisas: O AMOR!!!


Madre Tereza de Calcutá


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Viva o hoje, com verdade... Ame, como se ninguém nunca houvesse feito você sofrer... Trabalhe, como se não precisasse do dinheiro... Dance, como se ninguém estivesse olhando... Cante, como se ninguém estivesse ouvindo... Viva, como se fosse no paraíso! Curta o que de melhor a vida lhe oferece e com toda intensidade... A vida muitas vezes é não é como desenhamos, mas mesmo assim percorra seu caminho com serenidade... Porque nele aprendemos a sorrir, chorar, amar, sofrer e a renascer, para amanhecer e termos um lindo dia... E não deixe para amanhã o que pode ser feito hoje... o ontem já passou... e o amanhã... talvez não chegará... Seja Feliz Sempre!

Desejo uma semana abençoada a todos!!

Gisele Mulek

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Falece o Pastor José Pimentel de Carvalho


Falece o pastor José Pimentel de Carvalho

Faleceu nesta manhã de quinta-feira, aos 95 anos, o pastor José Pimentel de Carvalho, líder da Assembleia de Deus em Curitiba (PR) e um dos grandes nomes das Assembleias de Deus no Brasil, tendo, inclusive, presidido a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB), órgão máximo da denominação no país, nos anos 60, 70 e 80.

A vida do pastor José Pimentel de Carvalho, que nasceu em 8 de fevereiro de 1916, sempre esteve ligada ao ensino da Palavra de Deus. Quando se converteu, aos 14 anos, foi incumbido de ensinar a Bíblia Sagrada para os demais, por ser a única pessoa na sua congregação que sabia ler. Em 1937, antes de a CPAD ser organizada como pessoa jurídica, pastor Pimentel já trabalhava na editora rodando o mimeógrafo. Ele foi consagrado pastor em 18 de maio de 1945. Pastor Pimentel chefiou o Departamento de Escola Dominical da CPAD por oito anos, e foi responsável pela criação das primeiras lições bíblicas para crianças. Presidiu a Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) em seis mandatos e a presidência da Convenção das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus do Estado do Paraná (Cieadep) por vários mandatos, além de ter fundado o Instituto Bíblico das Assembleias de Deus no Paraná e a Associação Educacional do Paraná. Mas, bem antes dessa carreira vitoriosa na Seara do Mestre, os primeiros anos como crente em Jesus não foram nada fáceis, precisando até mesmo enfrentar as ameaças de homens com foices, pau e pedras que se opunham a simples pregação do Evangelho em sua cidade natal - Valença, no interior do Rio de Janeiro.

Durante um culto realizado em uma fazenda na cidade onde morava, quando o então adolescente José Pimentel era mais uma vez o pregador da noite, ele lia o capítulo 25 do Evangelho de Mateus enquanto, do lado de fora, uma turba mandada pelo fazendeiro, que se opunha aos pentecostais, ficou a observá-lo. O jovem Pimentel não esmoreceu e continuou a leitura. Durante a leitura, houve um quebrantamento na igreja e, ao término da leitura do texto bíblico, seis jovens haviam sido batizados no Espírito Santo. Na oração feita após a leitura, outro jovem cai sobre seus joelhos e é batizado no Espírito, se levantando em seguida em direção à turba na porta, falando em línguas estranhas e profetizando uma mensagem que tocou seus corações. Cheios de temor, eles deixaram a porta do templo, só voltando no dia seguinte para dizer que os cultos poderiam continuar. Foi nesse mesmo culto que Deus usou um irmão em profecia para o menino José Pimentel, dizendo: “Meu servo, continue que Eu estou contigo”. Essa manifestação sobrenatural foi interpretada pelos presentes como um estímulo para continuarem a pregar Cristo em um lugar carente do Evangelho.

Pastor Pimentel casou em 24 de maio de 1938 com Rosa Maria da Conceição (já falecida), com quem teve 9 filhos. No Rio de Janeiro, pastoreou as ADs em Cordovil e Penha, ambas na zona norte da capital fluminense. Liderou ainda a AD em Cabuçu, Itaboraí, no interior do Estado.

Em 1962, a convite do pastor Agenor Alves de Oliveira, assumiu a presidência da AD em Curitiba (PR). Presidiu a CGADB de 1964 a 1966, de 1973 a 1975, de 1975 a 1977, em 1977 mais uma vez, de 1981 a 1983 e de 1985 a 1987. Chegou ainda a ser secretário da CGADB por oito anos consecutivos. Desde 2006, é presidente de honra da Convenção das ADs no Paraná (Cieadep). Ele é também autor de dois hinos da Harpa Cristã, hinário oficial da denominação: os hinos 541 (“Calvário, Revelação do Amor”) e 620 (“Na Jornada para o Céu”).

Pastor Pimentel termina a sua carreira com milhares de vidas conquistadas para Jesus, um ministério aprovado por Deus, 81 anos de vida com Jesus e 66 anos de profícuo ministério pastoral. Como Paulo, pode dizer: “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé; espera-me agora a coroa de justiça que receberei das mãos do meu Senhor”.

Fonte: http://cpadnews.com.br/integra.php?s=12&i=7680


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Com tristeza nos despedimos, pois com certeza perdemos um grande homem de Deus, um dos poucos que conheci que realmente tinha seu interesse maior em fazer a obra de Deus; mais creio que ele deixa bons ensinamentos, sábios conselhos, e um grande exemplo de vida; esse seu maior legado!

Deixo aqui meus sentimentos!!

Gisele Mulek

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Um sorvete para matar a fome....


Era uma tarde quente de domingo. Eu caminhava sozinho (...). Como estava muito quente resolvi tomar um sorvete num quiosque de uma famosa rede de Fast-food. De repente vi que não estava só. Aproximou-se um rapaz e foi logo me pedindo: “moço, me dá um sorvete... é que eu tô com fome”. Como eu estava com o dinheiro “contado” para voltar a Teresópolis, não pude atender o pedido daquele jovem, quase adulto.

Instantaneamente me pus a pensar: “peraí... a lanchonete está aberta...se ele realmente estivesse com fome teria me pedido algo para comer,e não uma “sobremesa”... sorvete não mata a fome...” e meu pensamento foi parar onde sempre pára nessas horas em que as coisas inusitadas me acontecem: na realidade da igreja. Na mesma hora senti que aquele era o quadro fiel de algumas igrejas que tenho conhecido. Estão querendo matar a “fome” com “sorvetes”.

Pensei em como a Palavra, verdadeiro alimento que realmente sacia a fome (nem só de pão viverá o homem, mas de toda Palavra...), tem sido trocada por meros “sorvetes” espirituais. Engraçado é que sorvetes geralmente são a sobremesa preferida das crianças. É difícil conhecer uma criança que não goste de se lambuzar de sorvete, e mais, elas são capazes de trocar pratos saborosos e nutritivos por uma pequena taça dessa guloseima doce e gelada.

Lembrei-me de Paulo dizendo aos Coríntios que gostaria de lhes dar alimento sólido, mas não podia e tinha que lhes dar leite, ainda eram meninos na fé, crianças espirituais. Lembrei-me do mesmo Paulo dizendo que o amor (que é superior a todos os dons) era coisa pra gente grande, pois quando era menino fazia as coisas de menino, corria atrás dos dons como se fossem fins em si mesmos, mas quando descobre que tudo aquilo não era nada sem amor, ele abandona as coisas de menino.

Alimentos sólidos... a Palavra... o Amor... coisas tão distantes da maioria de nossas igrejas e “bimbocas eclesiásticas”. O interesse pelas coisas que realmente dão “sustância” à nossa vida parece desaparecer à medida em que as novidades aparecem e chamam nossa atenção, e desviam nosso olhar daquilo que realmente é essencial.

“A coisa principal é fazer da coisa principal a coisa principal.” Ouvi essa frase em um dos sermões do Russell Shedd em que ele citava um escritor inglês que agora não lembro o nome. Como isso é verdadeiro!! A igreja tem dado lugar às coisas de menor importância em detrimento daquelas que são essenciais. A “coisa principal” há tempos deixou de ser a coisa principal.

Veja nossos congressos, nossos seminários, nossas cruzadas (detesto essa palavra pois me remete à Idade Média e as atrocidades feitas em nome de Deus). As “estrelas” não são os pregadores da Palavra, na verdade em muitos desses eventos as pessoas nem perceberiam se não houvesse pregação da Palavra, desde que saíssem de lá sentindo o “mover”, o “fluir” e a “unção”. Se houver algo para me emocionar, me fazer chorar, pular, gritar, melhor ainda afinal de contas, segundo um desses “maravilhosos” e medíocres cânticos a que somos entregues todo o dia, “o meu corpo é pra pular diante do Senhor”, ou pior, “faça o melhor... pule... grite...” ... e tome sorvete pra criançada...

As palavras de Paulo são mais que atuais nesses nossos dias, são imprescindíveis. “Leite (sorvetes são feitos com leite) vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais.” Infelizmente essa ainda é a nossa realidade.

Que Deus nos ajude a amadurecermos, a prosseguirmos para o alvo, crescendo, até chegarmos à estatura de homem perfeito, deixando as coisas de criança e nos apegando àquelas que realmente nos edificam e nos alimentam, e que nunca mais sejamos crianças pedindo um sorvete pra matar a fome.

Que Deus mesmo nos faça crescer Nele.

Por, José Barbosa Junior

Fonte: http://www.crerepensar.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=50&Itemid=26




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quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Abraça-me....




Essa música é linda!! Já chorei muito ouvindo-a. A letra é viva e forte, pois fala de momentos em que nos sentimos auto-suficientes, nos achamos grandes, nos achamos ser independentes de Deus; mas a verdade é que sem Ele não somos nada, então devemos ser como crianças, pequenos, caber em Seu abraço e depender totalmente Dele!! Vale a pena ouvir!!!


Que possa tocar seu coração... assim como tocou o meu...!!


Na paz de Cristo...


Gisele Mulek

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Frases!!!


"O silêncio é um dos argumentos
......... mais difíceis de se rebater."



................................(Josh Billings)

A Arte de Viver Junto



Conta uma lenda dos índios sioux que, certa vez, Touro Bravo e Nuvem azul chegaram de mãos dadas à tenda do velho sábio da tribo e pediram:

- Nós nos amamos e vamos nos casar. Mas nos amamos tanto que queremos um conselho que nos garanta ficar sempre juntos, que nos assegure estar um ao lado do outro até a morte. Há algo que possamos fazer?

E o velho, emocionado ao vê-los tão jovens, tão apaixonados e tão ansiosos por uma palavra, disse:

- Há o que possa ser feito, ainda que sejam tarefas muito difíceis. Tu, Nuvem Azul, deves escalar o monte ao norte da aldeia apenas com uma rede, caçar o falcão mais vigoroso e trazê-lo aqui, com vida, até o terceiro dia depois da lua cheia. E tu, Touro Bravo, deves escalar a montanha do trono; lá em cima, encontrarás a mais brava de todas as águias. Somente com uma rede deverás apanhá-la, trazendo-a para mim viva!

Os jovens se abraçaram com ternura e logo partiram para cumprir a missão. No dia estabelecido, na frente da tenda do velho sábio, os dois esperavam com as aves. O velho tirou-as dos sacos e constatou que eram verdadeiramente formosos exemplares dos animais que ele tinha pedido.

E agora, o que faremos? Os jovens perguntaram.

- Peguem as aves e amarrem uma à outra pelos pés com essas fitas de couro. Quando estiverem amarradas, soltem-nas para que voem livres.

Eles fizeram o que lhes foi ordenado e soltaram os pássaros. A águia e o falcão tentaram voar, mas conseguiram apenas saltar pelo terreno. Minutos depois, irritadas pela impossibilidade do vôo, as aves arremessaram-se uma contra a outra, bicando-se até se machucar.

Então o velho disse:

- Jamais esqueçam o que estão vendo, esse é o meu conselho. Vocês são como a águia e o falcão. Se estiverem amarrados um ao outro, ainda que por amor, não só viverão arrastando-se como também, cedo ou tarde, começarão a machucar um ao outro.

Se quiserem que o amor entre vocês perdure, voem juntos, mas jamais amarrados. Libere a pessoa que você ama para que ela possa voar com as próprias asas!!



Essa é uma verdade não somente para o casamento como também nas relações familiares, de amizades e profissionais. Respeite o direito das pessoas de voar rumo ao sonho delas, respeite suas ideias, o espaço de cada um, pois ninguém é igual a ninguém. A lição principal é saber que somente livres as pessoas são capazes de amar verdadeiramente.

Pense nisso!!

Gisele Mulek

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A taça é nossa!!!!


Como boa são paulina que sou, não podia deixar de postar aqui meu contentamento em ver meu tricolor recebendo a bela taça pela conquista do penta campeonato brasileiro.

Após quase um ano, ter sido oficialmente declarado como o primeiro clube a conquistar por cinco vezes o Campeonato Brasileiro, foi entregue nesta segunda-feira (14/02) o objeto símbolo desta conquista.


Assim é, sempre na raça, na força, em busca de novas conquistas, sem deixar de lutar pelo que é seu por direito, esse meu clube, Mais Querido, cuja história, seus apaixonados nunca deixaram morrer.


Parabéns Tricolor, a taça é nossa, e ninguém tira!!!! (rs)

Gisele Mulek


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Vida... eu tenho vida....




VIDA
Composição: Carlos A. Moyses

Não importa o caminho é longo e difícil demais
Pois a dor que quer ser minha amiga desafia minha paz
Já não posso andar minhas mãos são pesadas demais
Só me resta a voz e por isso eu posso cantar

Vida, eu tenho vida
Não importa o momento é difícil
Mas eu tenho vida
Vida, eu tenho vida
Não importa o momento é difícil
Mas eu tenho vida

Na esperança de ver o meu mestre bem perto chegar
Eu choro, eu grito, eu canto mas não posso parar
Pois a vida e o ar que respiro foi Ele quem deu
Se eu tenho a vida que é Cristo não devo temer

Vida,Vida, Só em Jesus, Jesus.


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Esta é uma canção que ouvi, e até cantei, no meu tempo de adolescência e juventude, bons tempos estes (rs)... Mas, é uma canção que sempre toca muito meu coração, me faz perceber o quanto somos dependentes de Cristo, pois não importa a situação, é sempre nEle que encontramos vida!!

Que Deus possa tocar seu coração...


Gisele Mulek

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Monólogo da Mulher Adúltera....


(Quero deixar bem claro que este é um exercício de FICÇÃO. É uma suposição de como o fato pode ter acontecido. Não é nenhuma "revelação" extrabíblica, mas apenas as suposições e a fantasia de um simples escritor)

Desde pequena eu sabia o que era certo. Meu pai, um dos principais da sinagoga, fazia questão de nos ensinar toda a Torá desde pequeninos. Na verdade, ele ensinava somente aos meus irmãos, mas eu me aventurava em ouvir os ensinos, escondida atrás da porta. Achava fascinante, e ao mesmo tempo pesado... eram tantas leis, tantos mandamentos...

Será que algum homem seria capaz de cumpri-los todos? Sinceramente, achava impossível... e me calava.


A esperança brilhava nos meus olhos quando o ouvia falando do tal messias, o que viria para salvar o seu povo. Como deveria ser? Será que o tal messias me olharia um dia nos olhos? Ou será que estava condenada a viver minha vida toda atrás das portas... escondida dos homens?


O tempo passou. Cresci, e ainda em minha adolescência fui obrigada a casar com um homem a quem não amava. Era o costume, e assim foi... Eu era cuidada por ele como um objeto precioso, havia respeito, mas não amor, amor que eu tanto procurava. Os amigos de meu pai me consideravam uma jovem muito bonita e faziam questão de externarem suas opiniões. Eu gostava. Não ouvia tais elogios de meu marido.


Fui me acostumando àqueles elogios. Na verdade alguns eram até ousados demais, e me deixavam sem graça, pois percebia suas intenções, podres intenções. Eram homens casados também, oficiais na sinagoga, alguns anciãos, outros mais jovens, mas queriam que eu os servisse, nem que fosse por uma noite apenas.

Aquela situação me causava muito desconforto. Sentia raiva,e até mesmo nojo daqueles homens... exceto um, que me chamava a atenção. Era casado também, mas parecia me querer bem... fui seduzida!
Nunca imaginara trair meu marido, mas naquela madrugada, antes do nascer do sol me entreguei àquele homem. Nem de longe imaginava o que ainda estava por acontecer.

Os outros homens, amigos do meu pai, haviam percebido o meu envolvimento, e seguiram-nos até nos pegarem em pleno ato de adultério. Meu dia estava apenas começando. Quanta vergonha!!!
Pegaram-me, nua, e carregaram-me para o Templo, onde um homem de Nazaré ensinava naquela manhã que nascia. Havia uma multidão para ouvi-lo. A vergonha era maior ainda. Muitos me conheciam... muitos conheciam meu pai... muitos conheciam meu marido.

Tive medo!


Fui jogada no meio da multidão, que se acotovelava para ouvir o tal profeta Galileu. Achei estranho perceber que estava só. Apesar de eu e meu então amante sermos pegos juntos no ato de adultério, apenas eu fui levada como adúltera... ele não!

Olhei então e vi aqueles homens que antes me assediavam, perguntando àquele Rabi: “mestre, esta mulher foi surpreendida em adultério. Na lei, Moisés nos ordena apedrejar tais mulheres. Tu, porém, o que dizes?”


Eu olhava aquela cena e meu nojo aumentava. Os homens que queriam apedrejar-me eram os mesmos que viviam se insinuando para mim. Quanta hipocrisia. Quanto ódio tive da religião! O tal Rabi galileu permanecia calado.

De repente, inclinou-se e começou a escrever na terra com seu próprio dedo. Eu não acreditava no que meus olhos começavam a ler. Aquele homem começou escrevendo o meu nome, e abaixo do meu nome começou a enumerar os meus pecados. TODOS os meus pecados! Eu queria a morte naquele momento. Que as pedras viessem logo. Não suportaria tanta vergonha.

Num ímpeto, o Rabi levantou-se e disse àqueles homens, meus censores, prontos a colocar sob um monturo de pedras mais uma adúltera: “quem dentre vós que não tem pecado, seja o primeiro a lhe atirar uma pedra!” ... E voltou a escrever meus erros na terra.
Algo muito estranho começou a acontecer: a começar dos mais velhos, um por um, forma largando as pedras em seus pés, virando as costas, e indo embora.

Ficamos só eu e o tal profeta.
Eu tremia!

Ele calmamente levantou-se e veio em minhas direção. Percebi algo no seu olhar. Era diferente. Ele não me desejava. Vi amor no seu olhar. Nunca antes alguém havia me olhado assim. Enquanto caminhava em minhas direção, não tive como não perceber que suas pegadas firmes e constantes, pisavam e apagavam a minha enorme lista de pecados. Lembrei-me de um texto que sempre ouvia meu pai ensinar aos meus irmãos: “pelas suas pisaduras fomos sarados”.


Seria esse Rabi, diante de mim, o messias esperado? Bem que eu já havia ouvido rumores a respeito disso.
Ele aproximou-se de mim, e tirando a sua capa, cobriu a minha nudez. Perguntou-me com uma voz inconfundivelmente firme e amorosa: “Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?”

Minha voz trêmula conseguiu balbuciar: “Ninguém, Senhor!”

Ele então, segurando em minhas mãos e erguendo-me do chão, olhou nos meus olhos e disse: “Nem eu te condeno. Vai, e de agora em diante não peques mais.”


Meus olhos marejados ainda puderam ver aquele homem se afastando e voltando a ensinar o povo. Eu estava verdadeiramente diante do messias! Olhei para o chão e lá estavam todos os meus pecados apagados pela sola dos pés daquele rabi. Só uma coisa não havia sido pisado: o meu nome! Ele estava intacto, escrito pelas mãos do próprio salvador. Lembrei-me então de um outro texto sempre recitado pelo meu pai, acerca do messias: “Ele não esmagará a cana quebrada, nem apagará o pavio que ainda fumega...”

Fui para casa... mas sabia que daquele dia em diante nunca mais seria a mesma. Nunca esquecerei de seu olhar, sua voz, e seu amor: “Nem eu te condeno!”


Prossigo em meu caminho, às vezes tropeçando, mas sempre com sua fala graciosa ecoando em mim: “Vai, e de agora em diante... não peques mais!”


Por José Barbosa Junior

Fonte: http://www.crerepensar.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=170&Itemid=26



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Eu costumo sempre pensar que se não fosse a graça e a misericórdia de nosso Pai, seriamos consumidos, pois somos pecadores, imperfeitos, e mesmo assim, Ele nos ama, nos protege, e nos diz "vinde como estas", e ao primeiro passo que damos em Sua direção, Ele nos acolhe, nos salva, e transforma nossas vidas.

Não deixe que o acusador te desencoraje, pois maior é nosso Deus, que nos perdoa e nos da a paz!!

Em Cristo,


Gisele Mulek

sábado, 5 de fevereiro de 2011

O amor vai compreender....




O Amor Vai Compreender
Leonardo Gonçalves
Composição: Letra Elmar Araújo Música Regiane Kafler


Olhando o entardecer,
Mais um dia se vai e um sonho vem
Você quer manter esse sonho vivo
Em seu coração pra viver

A noite vem pra você,
E ninguém pode vê-lo
E por isso o coração a sofrer
Quão angustiado está;
Lágrimas a rolar em seu rosto,
Seus olhos a encher

Somente Jesus vai compreender
A dor que invadiu seu coração
O amor de Jesus que pode transformar,
Essa dor quer tirar, quer te dar a paz
O amor vai compreender...

Depois do entardecer
Você chora sozinho nas trevas
E a esperança se vai
Longe está, seu coração é tão frio,
Você duvida da fé
O amor, só o amor poderá compreender
a dor do coração
Só o amor, só o amor de Deus


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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Coisas Simples...


Pão com Manteiga....

Conta a história de um casal que tomava café da manhã no dia de suas bodas de prata.
A mulher passou a manteiga na casca do pão e o entregou para o marido, ficando com o miolo. Ela pensou: "Sempre quis comer a melhor parte do pão, mas amo demais o meu marido e, por 25 anos, sempre lhe dei o miolo. Mas hoje quis satisfazer meu desejo. Acho justo que eu coma o miolo pelo menos uma vez na vida". Para sua surpresa, o rosto do marido abriu-se num sorriso sem fim e ele lhe disse: "Muito obrigado por este presente, meu amor... Durante 25 anos, sempre desejei comer a casca do pão, mas como você sempre gostou tanto dela, jamais ousei pedir!"

Moral da história:

1. Você precisa dizer claramente o que deseja, não espere que o outro adivinhe...

2. Você pode pensar que está fazendo o melhor para o outro, mas o outro pode estar esperando outra coisa de você...

3. Deixe-o falar, peça-o para falar e quando não entender, não traduza sozinho. Peça que ele se explique melhor.

4. Esse texto pode ser aplicado não só para relacionamento entre casais, mas também para pais/filhos, amigos e mesmo no trabalho.

Tão simples como um pão com manteiga!



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Uma simples historinha... mais achei interessante pois podemos utiliza-la como ensinamento em nossas relações diárias.
Quantos de nós não fazemos leituras errôneas e a partir disso, nos frustramos, nos sentimos enganados, magoados, trocados, enfim, tomamos atitudes que acabam por minar uma relação ao invés de fortalecê-las. Sejamos sinceros, honestos, verdadeiros, mas sejamos também gentis, educados e amáveis. Gentileza gera gentileza. O próximo merece respeito assim como você. Pequenos gestos fazem a diferença!

Pense nisso...


Gisele Mulek
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