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Aqui… com doçura, com paixão e alegria, vida, sorrisos, sucesso e amor; Sabedoria, esperança, caridade e diferenças; Saudades, liberdade, dúvidas e certezas; Entre amigos ou família, quem sabe outras crenças, dias de sol ou de chuva, sem frescuras… dividimos…"segredos".


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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Contagiante....


Hoje, andando pela rua com minha caçula, minha pequena Rebeca de dois anos e meio, vivi algumas curiosidades.

Para ela na verdade tudo é curioso, e por alguns momentos passei a observá-la mais atentamente, e percebi como as coisas simples a cativam e prendem sua atenção. Coisas que muitas vezes passam por nos despercebidas, pois estamos num ritmo tão frenético em nossas correrias diárias, que nem damos atenção para coisas "seculares".

Ela se encantou com a fonte de água no meio da Rua XV, já passei por lá tantas vezes, sei que a fonte esta lá, mais nunca parei para olhá-la, e hoje (rs) impressionante como é bonita, no meio do agito, lá esta ela, para enfeite, para chamar atenção, de poucos, como a minha menina.

Ela olhou atentamente os enfeites de natal que começam a ser colocados pelas calçadas, em particular algumas árvores de ferro em formato de pinheirinhos, algumas verdes, outras brancas, essa diferença de cores, também visto por ela, que ao ver a árvore branca exclamou: “esta suja neh mamãe”... sorri é confirmei... mas no mesmo instante pensei... mal olhei, e ela no entanto percebeu além da própria árvore.

Sem contar os pássaros, que ela teima em tentar pegar (rs), as lojas de calçados, as bancas de revista, tudo para ela é espetacular, com direito a comentários inacreditáveis.

Ela avistou um homem vestido de “papai-noel” soltou das minhas mãos e saiu correndo em direção a ele, sem cerimônias disse: “oi, tudo bem com você” (rs), irresistível neh, ele a tomou nos braços e perguntou: o que quer de presente de natal, e ela prontamente respondeu: “um violão” , sorriu e voltou para mim.

Mais adiante, ela fitou um senhor sentado na calçada, e aquele velho, sujo, mal cheiroso, carrancudo, diante dela também não resistiu e sorriu pra ela.

Um pouco mais a frente estava passando um carro todo de enfeites natalinos, que ninguém dava muita importância, mais ela parou, disse: "música" ficou ali olhando, e as pessoas que passavam, paravam para olhar para ela, ver encanto que tinha em seus olhos e sorriam.

Ela em sua simplicidade consegue ver um mundo sem maldades, com seu colorido, com sua alegria, consegue fazer os outros sorrir, mesmo sem conhecê-los.

Isso me fez pensar, naquele texto onde Jesus diz "Deixai vir a mim os pequeninos, e não os impeçais, porque dos tais é o reino de Deus; Em verdade vos digo que, qualquer que não receber o reino de Deus como menino, não entrará nele".

Penso que é a essa simplicidade que se refere, nesse jeito ingênuo de ver o mundo e as pessoas, de viver sem se preocupar o que os outros vão pensar ou dizer, de ser verdadeiro, e de valorizar as pequenas coisas.

Tão pequena, mais tão contagiante...


Mamãe coruja... rs... Gisele Mulek

2 comentários:

Wilma Rejane disse...

Olá Gisele!

Se puderes, dá uma passadinha no blog UBE, coloquei seu blog como destaque. Está na coluna à direita em "Blogs Destaques na Quinzena".

Deus a abençoe.

Bjs!

Gisele disse...

Olá Wilma!!

Nossa muito obrigada, adorei, fiquei muito feliz!!

Deus a abençoe também!!

Grande abraço, bjss.

Gisele.


Link http://www.ubeblogs.net/

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