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Aqui… com doçura, com paixão e alegria, vida, sorrisos, sucesso e amor; Sabedoria, esperança, caridade e diferenças; Saudades, liberdade, dúvidas e certezas; Entre amigos ou família, quem sabe outras crenças, dias de sol ou de chuva, sem frescuras… dividimos…"segredos".


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sábado, 27 de novembro de 2010

Renúncia...!!!


Costumamos valorizar muito o “ter”, quem tem importância geralmente são aqueles homens práticos que fazem progresso material, que promovem grandes feitos, homens de grande eloquência, homens que demonstram posição de autoridade, de atitudes fortes; para eles todas as homenagens.

Ensinava o teólogo e filósofo Albert Schweitzer, que herói não é o homem da ação, mas herói é o homem da renúncia. Pois renunciar é, sobretudo, um ato de coragem e poucos conseguem praticá-lo. Afinal é muito mais fácil apegar-se do que desapegar-se.

O ato da renúncia é mais louvável do que o ato do apego, mas a gente vive o tempo todo se apegando às coisas, ás pessoas, aos lugares, como se essas coisas, essas pessoas, esses lugares estivessem, sempre à nossa disposição.

O medo que sentimos frequentemente é o medo das nossas perdas, perda da mocidade, perda do dinheiro, perda da saúde, perda do prestígio, perda do amor, perda do emprego, perda da amizade, isso porque, somos egoístas.

Pensando em renúncia, me vem à mente a historia (Mateus 19) sobre o moço rico que indaga a Jesus sobre o que é preciso para alcançar a vida eterna; pois o rapaz possuía muitos bens e dinheiro, e era muito religioso, pois afirmava guardar todos os mandamentos; no conceito dos homens, ele era bom moço, mais ele queria a certeza do paraíso.

“E eis que, aproximando-se dele um jovem, disse-lhe: Bom Mestre, que bem farei para conseguir a vida eterna?” Então Jesus lhe disse: “Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me”. Mateus 19:21 e 22

E o jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, envergonhado até, sem dizer uma palavra, pois o preço do paraíso era muito alto. Seus bens eram muitos, e renunciar a todos eles, e aos interesses inseridos, jamais; afinal foi tão difícil formar um patrimônio; porém, mais difícil, ainda, foi renunciar, ou melhor, desapegar-se.

A renúncia que Jesus queria era a renúncia ao apego, porque o apego é o que nos escraviza, é o que nos atormenta, é o que nos angustia, é o que nos torna infelizes, deprimidos, egoístas.

Afinal não é o ato da renúncia em si que importa. O que importa é o espírito da renúncia; você pode ter muitos bens e não ser apegado a eles. Deve ter consciência de que tudo passa, pois chegará, um dia, em que teremos de abandonar tudo aqui, num piscar de olhos. Ninguém é proprietário de nada nem de ninguém, a não ser de sua própria consciência.

É difícil renunciar.

Não digo a renuncia somente de bens materiais ou a riqueza, ou as propriedades; mais penso que é ainda mais difícil renunciar nosso ego, renunciar certos sentimentos, como o orgulho, o ódio, à vingança, aos ressentimentos, à inveja, à vaidade, à paixão; eis aqui o grande heroísmo.

Portanto, desapegue-se, aprenda a renunciar, a si mesmo se for preciso, pois nosso maior exemplo esta em Cristo, que renunciou a própria vida, para dar a todos, chance de vida eterna!!!


Um final de semana abençoado!!
Graça e Paz em Cristo!!

Gisele Mulek

2 comentários:

Zé Carlos disse...

Olá garota de Curitiba a cidade linda... Gisele, obrigado por estar me seguindo, assim tive oportunidade de conhecer seu Blog que é fantástico, parabéns.

Um abração do seu novo amigo Zé Carlos

Gisele disse...

Olá.. seja bem vindo, obrigada por seguir! Grande Abraço. Gi.

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